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MATO GROSSO DO SUL

Estado integra articulação nacional para o avanço da tecnologia no setor público do país

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Participação de MS em fóruns como a ROCA é determinante para acelerar a inovação no setor público e ampliar o impacto das políticas digitais

Mato Grosso do Sul marca presença em mais uma agenda estratégica para o avanço da tecnologia pública no país. Nos dias 23 e 24 de abril, o Estado participa da 177ª Reunião Ordinária do Conselho de Associadas (ROCA), promovida pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais e Públicas de Tecnologia da Informação e Comunicação, realizada em Alexânia (GO).

O encontro reúne dirigentes das empresas públicas estaduais de tecnologia da informação, especialistas e parceiros do setor para discutir caminhos e soluções voltadas à transformação digital no âmbito dos governos estaduais. Nesta edição, a programação conta com uma agenda técnica focada em inovação, segurança da informação e governança digital.

Ao longo dos dois dias, os debates abordam temas centrais para a modernização do setor público, como infraestrutura tecnológica, proteção de dados, cibersegurança e soberania digital. Também entram em pauta soluções baseadas em inteligência artificial, modelos de segurança como serviço e estratégias para fortalecimento da resiliência digital dos estados.

A programação inclui ainda apresentações institucionais e painéis conduzidos por especialistas e empresas parceiras, além de discussões sobre o cenário atual de ameaças cibernéticas e os desafios relacionados à proteção de dados em ambientes de nuvem, pontos cada vez mais estratégicos para a administração pública.

No segundo dia, os trabalhos se voltam ao alinhamento institucional da ABEP-TIC, com destaque para a atualização de indicadores nacionais, como o Índice de Oferta de Serviços Públicos Digitais (IOSPD), além de debates sobre iniciativas e parcerias voltadas ao avanço da transformação digital nos estados.

Para o secretário-executivo de Transformação Digital de Mato Grosso do Sul, Robson Duarte Alencar, a participação em fóruns como a ROCA é determinante para acelerar a inovação no setor público e ampliar o impacto das políticas digitais.

“Esses espaços são fundamentais para que os estados avancem de forma coordenada, compartilhando soluções e aprendizados. A transformação digital exige integração, visão estratégica e continuidade. Mato Grosso do Sul tem trabalhado com planejamento e foco em resultados, sempre com o objetivo de melhorar a vida do cidadão por meio da tecnologia”, destacou.

MS se destaca no cenário nacional de digitalização dos serviços públicos

A participação de Mato Grosso do Sul na 177ª ROCA ocorre em um contexto de consolidação do Estado entre os principais destaques nacionais em governo digital. Atualmente, MS ocupa a 9ª posição no Índice de Oferta de Serviços Públicos Digitais (IOSPD), levantamento da Associação Brasileira de Entidades Estaduais e Públicas de Tecnologia da Informação e Comunicação que mede o nível de digitalização dos serviços públicos em todo o país. O avanço é consistente: em 2020, o Estado figurava na 21ª colocação, acumulando uma evolução de 11 posições ao longo dos últimos anos.

Esse desempenho é resultado de uma política estruturada de transformação digital, com entregas concretas que já impactam o cotidiano da população. Entre os destaques está o case de sucesso da assistente virtual Glória, que amplia o acesso e agiliza o atendimento ao cidadão.

Outro eixo estratégico é o Portal Único de Serviços (www.ms.gov.br), que centraliza mais de 1.150 serviços públicos e já se consolida como principal porta de entrada digital do governo estadual.

O Estado também vem avançando na aplicação de inteligência artificial em políticas públicas. A assistente virtual Vitória, voltada à proteção da mulher, e o Observatório da Cidadania, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, são exemplos de iniciativas que integram dados de diferentes áreas, como assistência social, educação e saúde, permitindo decisões mais assertivas e baseadas em evidências.

Elaine Paes, Comunicação Segov

Fonte: Governo MS

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Com oportunidades para todos, Mato Grosso do Sul avança no combate à pobreza

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Com uma economia pujante e oportunidades de inclusão social, Mato Grosso do Sul avança no combate à pobreza. Em apenas dois anos (de março de 2024 a março de 2026), 44.604 sul-mato-grossenses melhoraram de vida e deixaram a situação de pobreza, de acordo com os dados do CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais), divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

A inclusão das pessoas em situação de vulnerabilidade econômica é realizada por meio de programas estruturantes, sob responsabilidade da Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), do Governo do Estado.

O MS Supera, que paga R$ 1.621,00 para estudantes de baixa renda no Ensino Médio Profissionalizante e Superior, foi ampliado para 2.500 vagas em 2026, sendo que 750 novos estudantes foram convocados neste mês para assinar o Termo de Concessão do benefício.

Quase 900 beneficiários do programa Mais Social já fizeram cursos do MS Qualifica, para aproveitar as oportunidades de emprego e de empreendedorismo. Isso sem contar os programas como Cuidar de Quem Cuida, com mais de 2 mil beneficiários; o Energia Social, que paga a conta de luz de milhares de famílias; o Recomeços, que ajuda mulheres vítimas de violência, além das 46 mil famílias com cartões do Mais Social e as 20 mil cestas alimentares entregues todos os meses a indígenas em 88 aldeias de 27 municípios.

De acordo com o módulo Segurança Alimentar da PNAD Contínua (IBGE), 34 mil famílias em Mato Grosso do Sul deixaram a condição de insegurança alimentar somente em 2024. E com a busca ativa nos 79 municípios do Estado para incluir as pessoas em situação de extrema pobreza e que não recebem outros benefícios, o Mais Social inverteu a lógica dos programas sociais e é um dos principais instrumentos para retirar as famílias da pobreza.

A redução contínua dos índices de pobreza acontece desde janeiro de 2023. De acordo com a Síntese de Indicadores Sociais do IBGE, mais de 40 mil pessoas saíram da pobreza entre 2023 e 2024 em Mato Grosso do Sul, considerando o rendimento domiciliar per capita de até US$ 6,85 por dia.

Considerando a faixa de extrema pobreza (até US$ 2,15/dia), a queda foi de 40,74% nos dois anos. Com isso, Mato Grosso do Sul tem o 3º menor índice de extrema pobreza do País, ao lado de MT e GO (os três com 1,6%), atrás apenas de SC (1,2%) e RS (1,4%).

Comunicação Sead
Foto: Laucymara Ayala/Sead/Arquivo

Fonte: Governo MS

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