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AGRONEGÓCIO

Pecuária de Goiânia projeta R$ 100 milhões em negócios

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A 79ª Exposição Agropecuária de Goiás começou nesta quinta-feira (14.05), em Goiânia, com expectativa de movimentar cerca de R$ 100 milhões em negócios ao longo de 11 dias de programação voltada ao agronegócio. A feira segue até 24 de maio, no Parque de Exposições Pedro Ludovico Teixeira, reunindo leilões, julgamentos de animais, exposições comerciais, vitrines tecnológicas, palestras técnicas e rodadas de negócios ligadas ao setor rural.

A organização estima público superior a 600 mil pessoas durante o evento e geração de mais de 10 mil empregos temporários diretos e indiretos. No ano passado, a feira movimentou cerca de R$ 80 milhões em negócios, segundo estimativas do setor, o que mostra expectativa de crescimento para esta edição impulsionada pelo avanço da pecuária, da agricultura e da agroindústria em Goiás.

Tradicional vitrine do agro goiano, a Pecuária de Goiânia reúne produtores rurais, cooperativas, empresas de genética, nutrição animal, máquinas agrícolas, implementos, insumos e instituições financeiras ligadas ao crédito rural. A programação inclui exposições de bovinos de corte e leite, equinos, pequenos animais e debates sobre inovação, produtividade e sustentabilidade no campo.

A edição de 2026 também marca o retorno do rodeio profissional e amplia o uso de tecnologia dentro do parque, incluindo sistema de reconhecimento facial integrado às forças de segurança pública. Outro destaque é o espaço “Goiânia tem Agro”, criado para aproximar produtores e consumidores urbanos, com feira da agricultura familiar, exposição de pequenos produtores e distribuição de mudas.

O evento ocorre em um momento de forte crescimento do agronegócio goiano. Goiás está entre os principais produtores brasileiros de soja, milho, sorgo, tomate industrial, carnes e leite, além de avançar em agroindustrialização e exportações. A feira acabou se consolidando como uma das principais vitrines econômicas do setor no Centro-Oeste.

Serviço
79ª Exposição Agropecuária de Goiás
De 14 a 24 de maio de 2026
Parque de Exposições Pedro Ludovico Teixeira

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Cavalo é vendido por R$ 88 milhões em leilão de Nazário

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O cavalo Inferno Sixty Six entrou para a lista dos animais mais valorizados da equinocultura brasileira após atingir avaliação de R$ 88 milhões durante um leilão realizado em Nazário, município localizado a cerca de 70 quilômetros de Goiânia. A negociação ocorreu durante a 5ª edição do JBJ Ranch & Família Quartista Weekend e reforçou o avanço de um mercado que vem movimentando cifras cada vez maiores dentro do agronegócio nacional.

A valorização ocorreu após a venda de 50% das cotas do garanhão por R$ 44 milhões. O acordo, fechado entre criatórios e investidores ligados ao segmento de genética equina, prevê pagamento parcelado em 55 vezes de R$ 800 mil. Com isso, o animal passou a figurar entre os mais caros já negociados no país.

O valor elevado reflete um movimento que vem transformando o mercado de cavalos esportivos no Brasil. Mais do que patrimônio rural ou símbolo de status, animais de genética superior passaram a ser tratados como ativos de alto valor econômico, capazes de gerar receitas contínuas por meio da comercialização de sêmen, embriões, coberturas e descendentes destinados às competições.

Inferno Sixty Six é considerado um dos principais reprodutores da modalidade Rédeas, uma das categorias mais valorizadas do cavalo Quarto de Milha. Nascido em 2012, o garanhão reúne linhagens tradicionais da raça e já acumula mais de US$ 200 mil em premiações nas pistas norte-americanas. Seus filhos ultrapassam US$ 5 milhões em ganhos em provas internacionais, indicador que pesa diretamente na formação de valor desses animais.

O crescimento desse segmento acompanha a expansão da indústria do cavalo no Brasil. Dados da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha mostram que a raça lidera o número de registros no país e sustenta boa parte das negociações envolvendo genética esportiva. O Brasil possui um dos maiores plantéis de Quarto de Milha do mundo, impulsionado principalmente pelas provas de Rédeas, Três Tambores e Laço.

A cadeia econômica ligada ao cavalo também ganhou relevância dentro do agro. Levantamentos do setor apontam que a equinocultura brasileira movimenta dezenas de bilhões de reais por ano, considerando criação, eventos, genética, nutrição animal, medicamentos, transporte, leilões e atividades esportivas. Além do impacto econômico direto, o segmento gera milhares de empregos e atrai investimentos cada vez maiores de produtores rurais e empresários.

O próprio leilão em Goiás dá dimensão desse avanço. Segundo os organizadores, o evento movimentou aproximadamente R$ 257 milhões em apenas três dias, resultado que mais que dobrou o volume financeiro da edição anterior. Foram negociados animais, coberturas, embriões e cotas de reprodutores considerados estratégicos para o mercado internacional da raça.

A valorização dos cavalos de elite também acompanha a crescente profissionalização do setor. Hoje, avaliações genéticas, desempenho esportivo, fertilidade e histórico de produção passaram a ter peso semelhante ao de indicadores financeiros usados em outros segmentos do agronegócio.

Em meio à busca por genética de alta performance, o mercado brasileiro de cavalos esportivos se consolida como um dos mais dinâmicos do agro nacional e negócios como o de Inferno Sixty Six mostram que o setor já opera em um patamar bilionário.

Fonte: Pensar Agro

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