MATO GROSSO DO SUL
Passarela na MS-156: Governo de MS prioriza segurança e proteção à vida de moradores em Dourados
Passagem elevada no acesso ao Distrito Industrial irá garantir travessia segura de pedestres em bairros da região oeste de Dourados: segurança viária e mobilidade urbana
O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul), está executando em Dourados a implantação de uma passarela de pedestres na MS-156.
A estrutura está sendo erguida no trecho entre a BR-163 e o Distrito Industrial, atendendo a uma região bastante populosa que inclui bairros como Jardim Guaicurus, e os residenciais Dioclécio Artuzi, Esplanada e Harrison de Figueiredo. O objetivo é garantir uma travessia segura de pedestres em um trecho de alta circulação de veículos pesados, facilitando o deslocamento de famílias que diariamente precisam atravessar a rodovia a pé.
A etapa de implantação da estrutura metálica começou no mês de abril e seguirá a partir da segunda quinzena de maio, atendendo às diretrizes de segurança viária e mobilidade urbana naquela região. O vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, esteve no local para vistoriar a obra e falou sobre a importância do investimento para aquelas comunidades.
“Essa passarela é muito esperada, muito sonhada por toda essa população. Os bairros desta região cresceram muito, provocando um movimento intenso de veículos, pedestres e ciclistas”, explica o vice-governador. “Essa obra do Governo do Estado vem exatamente objetivar a proteção da vida. O investimento é muito importante para Dourados e para esses bairros na região do acesso ao Distrito Industrial”, acrescenta.
Um dos benefícios diretos será o acesso de alunos e professores da Escola Estadual Moacir Djalma Barros, no residencial Harrisom de Figueiredo II, e à escola municipal Maria da Conceição Angélica, no Jardim Guaicurus. No entorno da rodovia, também estão localizados diversos estabelecimentos comerciais. Com a passarela elevada, pedestres e cadeirantes poderão atravessar a rodovia em segurança, melhorando a mobilidade urbana naquela região.
A presidente da Associação de Moradores do bairro Dioclézio Artuzi, Lizandra Montezelli Borges, diz que a obra é esperada com expectativa por toda a comunidade. “Hoje, para os moradores atravessarem a rodovia, é um transtorno. Eu tenho filho que estuda no Guaicurus, do outro lado da rodovia, e para atravessar ali é muito perigoso. Depois da duplicação e do viaduto, ver a nossa passarela sendo implantada é a realização de um sonho”, afirmou.

O comerciante Fabiano Gonçalves Medeiros, que há uma década tem uma borracharia bem próximo à rodovia, também vê o empreendimento com bons olhos. “Para nós, significa segurança. Já presenciei alguns acidentes nessa região e vejo como um grande benefício para toda a comunidade”, afirma.
Segurança e mobilidade urbana
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, esclarece que a escolha pela estrutura metálica foi estratégica para garantir celeridade e modernização, permitindo uma montagem mais rápida e eficiente que minimiza os transtornos no tráfego da MS-156 durante a execução.
“Essa entrega reafirma o compromisso da gestão estadual com Dourados, posicionando a obra como uma ação essencial para reduzir o risco de acidentes em perímetros urbanos cortados por rodovias de alto fluxo”, explica.
No local, será afixada uma placa com indicação da altura máxima permitida para veículos abaixo da passarela, que será de 5,8 metros. O projeto contempla ainda iluminação e alambrado de segurança.
“Essa é uma luta importante de nossa bancada estadual e federal, das associações de moradores e de toda a população. Eu me lembro como deputado estadual, de ter trabalhado muito para que essa obra acontecesse. É um investimento importante, fruto do esforço coletivo e mais uma ação do governo do Estado em benefício da população douradense”, completou o vice-governador.
Ana Paula Amaral, Comunicação Vice-governadoria
Luciana Bomfim, Comunicação Seilog
Fotos: Victor Arguelho/Vice-governadoria
Fonte: Governo MS
MATO GROSSO DO SUL
Polícia Científica mostra como exames em acidentes ajudam a revelar causas e prevenir novas ocorrências
Marcas de pneus, danos nos veículos, fragmentos, fluidos, condições da via e posição final dos envolvidos ajudam a indicar como um acidente de trânsito aconteceu. Em ocorrências graves, esses elementos são analisados pela PCi-MS (Polícia Científica de Mato Grosso do Sul) para produzir a prova técnico-científica que subsidia a investigação.
No Maio Amarelo, campanha voltada à segurança no trânsito, o trabalho pericial reforça que a prevenção também depende de compreender por que os acidentes acontecem. A resposta pode estar no comportamento do condutor, nas condições do veículo, na estrutura da via ou na combinação desses fatores.
“O papel da instituição é materializar a verdade através da ciência. Nós não buscamos culpados, buscamos entender a dinâmica do evento”, afirma o perito criminal Emerson Lopes dos Reis, diretor do IC (Instituto de Criminalística) da PCi-MS.
A equipe costuma ser acionada em acidentes com lesões graves, mortes, suspeita de crime de trânsito ou quando há necessidade de esclarecer a ocorrência para fins judiciais. Ao chegar ao local, os peritos criminais verificam as condições de segurança, avaliam a preservação da área e iniciam o registro fotográfico e métrico.
O levantamento inclui marcas de frenagem ou derrapagem, ponto provável de colisão, deformações nos veículos, fragmentos, fluidos, posição de repouso dos automóveis e demais elementos materiais. A partir desses dados, são aplicados princípios da física e da engenharia para estimar velocidade, trajetória, direção das forças e sequência dos impactos.
Em uma marca de frenagem, por exemplo, os peritos analisam a energia dissipada pelo veículo até a parada. Para isso, consideram fatores como o comprimento da marca e o atrito do pavimento. “Não é achismo, é cálculo puro”, resume o diretor.
A análise também considera fatores externos à conduta dos envolvidos. Condições da pista, sinalização horizontal e vertical, iluminação, visibilidade, chuva, neblina, buracos, ondulações e características geométricas da via podem interferir diretamente no acidente.
Essa leitura ampla é necessária porque nem sempre a causa determinante está em um único fator. Em alguns casos, a prova pericial pode indicar falha mecânica, problema viário, perda de aderência, limitação de visibilidade ou funcionamento inadequado de sistemas de segurança.
Preservar o local pode definir a qualidade do laudo. Quando veículos são retirados de posição sem necessidade, fragmentos são removidos ou a via é limpa antes da chegada da perícia, informações importantes podem ser perdidas.
“Mover um veículo ‘apenas um pouco’ ou varrer os detritos antes da nossa chegada pode inviabilizar o cálculo da velocidade ou a determinação de quem invadiu a pista contrária”, explica o perito.
Após o exame de local, outros procedimentos podem complementar a investigação, especialmente em acidentes com mortes. No IMOL (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), a necropsia pode indicar se a morte decorreu do trauma provocado pelo acidente ou se houve outro evento anterior, como mal súbito.
Quando necessário, os veículos passam por análise específica. Sistemas de freio, direção, cintos de segurança, airbags e outros componentes podem ser examinados para verificar se estavam em condições de funcionamento e se tiveram relação com o resultado da ocorrência.

Tecnologias como drones, scanners a laser e softwares de simulação tridimensional ampliaram a capacidade de registro e análise das cenas. Esses recursos permitem documentar o local com maior precisão, reduzir o tempo de interdição de vias e apresentar a sequência do acidente de forma mais compreensível no laudo.
A contribuição da Polícia Científica não termina no esclarecimento de uma ocorrência específica. Os laudos também podem revelar padrões em determinados trechos, como recorrência de acidentes, falhas de sinalização ou problemas estruturais em vias.“O laudo pericial não apenas esclarece o passado, ele ajuda a projetar um trânsito mais seguro”, finaliza o diretor do IC.
Maria Ester Jardim Rossoni – Comunicação PCi-MS
Foto: Simulação Polícia Científica/MS
Fonte: Governo MS
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