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Eldorado Brasil abre 70 vagas neste final de ano

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Uma das maiores e mais sustentáveis empresas de celulose do mundo, localizada em Três Lagoas, está com oportunidades para contratação ainda este ano.  São mais de 70 posições em aberto nos municípios de Água Clara, Três Lagoas, Inocência e Bataguassu, em Mato Grosso do Sul, e Andradina, Santos e São Paulo, no estado de São Paulo.

 

As posições com maior quantidade de vagas são para Ajudante Florestal e Motorista Tritrem, mas existem também chances na logística, recursos humanos e suprimentos, por exemplo. Para se candidatar os interessados devem acessar o site https://vagaseldoradobrasil.gupy.io/, selecionar a vaga desejada e realizar o cadastro. O processo seletivo é feito de forma transparente e aberto para todos, valorizando a diversidade de pessoas. Os participantes podem também se inscrever no Banco de Talentos Diversidade, que seleciona currículos cadastrados para oportunidades na empresa.

 

Setor

 

Em 2022, o setor industrial do Mato Grosso do Sul foi responsável por 24% do total de vagas abertas no Estado, finalizando o ano com um acumulado de 9.750 contratações, segundo dados da FIEMS. Entre as atividades industriais que contribuem para esse percentual, destaca-se a produção de celulose, setor de atuação da Eldorado Brasil. Em Três Lagoas, a empresa foi responsável por gerar 23% do total de vagas na cidade no ano passado. Os números da empresa contribuem para que o Estado esteja entre os 15 que mais contratam também em 2023. De janeiro até o fechamento do mês de outubro deste ano, a Eldorado Brasil já contabiliza mais de mil profissionais contratados, se destacando como uma das principais empregadoras de Mato Grosso do Sul.

 

Sobre a Eldorado Brasil

A Eldorado Brasil Celulose é uma das mais eficientes e sustentáveis empresas de base florestal para produção de celulose do mundo. A companhia opera em Três Lagoas (MS) uma fábrica com capacidade para produzir 1,8 milhão de toneladas de celulose por ano. Em energia limpa, há geração de 50 megawatts/hora de energia na usina termelétrica Onça Pintada, além da mesma quantidade na planta de celulose – que é autossuficiente. A base florestal é de mais de 293 mil hectares de florestas plantadas em Mato Grosso do Sul. Para dar condições para operar em níveis de excelência, a companhia conta com o trabalho de mais de 5 mil colaboradores no Brasil e em escritórios internacionais. Em Santos (SP), a Eldorado Brasil opera um dos maiores terminais portuários multimodais da América Latina, com capacidade para exportar até 3 milhões de toneladas de celulose por ano.

Para mais informações, acesse: www.eldoradobrasil.com.br

 

Fonte: Contexto Mídia – Assessoria de Imprensa – Eldorado Brasil.

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AGRONEGÓCIO

Agro responde por mais de 65% das exportações do estado

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O agronegócio de Santa Catarina fechou 2025 com crescimento consistente, sustentado pela combinação de maior produção e preços mais firmes ao longo do ano. O Valor da Produção Agropecuária (VPA) alcançou R$ 74,9 bilhões, avanço de 15,1% em relação a 2024, segundo levantamento do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa), da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

O resultado reflete alta de 6,3% nos preços médios recebidos pelos produtores e aumento de 9,5% no volume produzido. Na prática, o desempenho foi puxado por culturas e atividades com bom comportamento simultâneo de oferta e mercado, como milho, maçã, tabaco, soja, bovinos e suínos, favorecidos por condições climáticas mais regulares ao longo do ciclo.

No comércio exterior, o setor manteve peso predominante na economia catarinense. As exportações do agro somaram US$ 7,9 bilhões — o equivalente a cerca de R$ 41,5 bilhões, considerando câmbio próximo de R$ 5,25 —, com crescimento de 5,8% sobre o ano anterior. O segmento respondeu por mais de 65% das vendas externas do estado, consolidando sua relevância na geração de divisas.

Apesar do avanço, o boletim técnico aponta que o desempenho poderia ter sido mais robusto não fosse a elevação de tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros a partir do segundo semestre, o que afetou parte dos embarques.

No campo, a melhora dos indicadores agregados não se traduziu de forma uniforme na renda do produtor. O estudo destaca que, no período pós-pandemia, a volatilidade de preços passou a ter impacto mais direto sobre a rentabilidade do que as variações climáticas. Entre 2021 e 2025, oscilações de mercado influenciaram de maneira mais intensa o resultado econômico de culturas como arroz, cebola e alho.

Esse movimento fica evidente no conceito de “ponto de nivelamento”, indicador que define o patamar mínimo de preço e produtividade necessário para cobrir os custos de produção. Segundo a análise, culturas como soja e alho operam com maior margem de segurança, enquanto arroz e cebola apresentam menor folga, tornando-se mais sensíveis a quedas de preço ou perdas de produtividade.

O levantamento também indica que, mesmo em um cenário de crescimento, a gestão de risco se torna cada vez mais central para a atividade. A combinação entre custos, preços e produtividade passa a determinar, com mais precisão, a sustentabilidade econômica das propriedades.

Os dados consolidados de 2025 estão disponíveis no Observatório Agro Catarinense, plataforma que reúne indicadores da agropecuária estadual e acompanha a evolução do setor.

Fonte: Pensar Agro

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