BRASIL
Divulgada lista de 28 montadoras que já aderiram ao programa de veículos mais baratos
O Governo Federal anunciou que nove montadoras de carros de passeio já aderiram ao programa de carro mais barato. A lista é composta por 233 versões e 31 modelos de veículos, com descontos patrocinados que variam entre R$ 2 mil até R$ 8 mil. As montadoras ainda podem, a qualquer momento, incluir outros modelos, desde que informem ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
As nove montadoras são Renault, Volks, Toyota, Hyundai, Nissan, Honda, GM, Fiat e Peugeot. Todos os modelos e versões podem ser conferidos na lista divulgada pelo MDIC nesta quarta-feira (14/6):
» Confira lista de modelos organizada por valor
A definição das faixas de desconto levou em conta três critérios: menor preço, eficiência energética e conteúdo nacional. A critério das fábricas e concessionárias os descontos podem alcançar valores maiores.
Até o momento, além dos carros de passeio, dez montadoras de caminhões e nove de ônibus demonstraram interesse em participar do programa. São elas:
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Caminhões: Volkswagen Truck, Mercedes-Benz, Scania, Fiat Chrysler, Peugeot Citroen, Volvo, Ford, Iveco, Mercedes-Benz Cars & Vans e Daf Caminhões.
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Ônibus: Mercedes-Benz, Scania, Fiat Chrysler, Mercedes-Benz Cars & Vans, Comil, Ciferal, Marcopolo, Volare e Iveco.
PERÍODO EXCLUSIVO – Há um período exclusivo de vendas com desconto para pessoas físicas, limitado a 15 dias. Após esse período, a depender da resposta do mercado, o prazo poderá ser prorrogado por até 60 dias.
Ao todo, o Governo Federal investiu no programa de incentivo à indústria automobilística R$ 1,5 bilhão, sendo R$ 500 milhões para automóveis; R$ 700 milhões para caminhões; e R$ 300 milhões para veículos de transporte de passageiros, como vans e ônibus.
CRÉDITO TRIBUTÁRIO – De acordo com o MDIC, todas as montadoras de carros solicitaram o máximo de recursos permitidos no momento de adesão ao programa (até R$ 10 milhões), sendo que seis delas já pediram crédito adicional de mais R$ 10 milhões.
A soma de R$ 150 milhões – incluindo os créditos adicionais, já solicitados – representa 30% do teto de R$ 500 milhões, que poderão ser usados pelas empresas como crédito tributário para venda de carros mais baratos.
Fontes: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Planalto
Fonte: Brasil Geral
BRASIL
União indica Jayme para Comissão de Orçamento, a mais importante do Congresso
Com uma larga experiência política e administrativa, o senador Jayme Campos (MT) foi indicado pelo partido União Brasil no Senado para integrar a Comissão Mista do Orçamento do Congresso Nacional. Essa comissão é responsável pela avaliação dos projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais do Governo Federal.
“Sem dúvida, uma das mais importantes do Legislativo. Afinal, por esta comissão passam todos os recursos a serem investidos em nosso país” – frisou o senador mato-grossense, que ocupa a função pela quarta vez, já tendo sido, inclusive, relator setorial dos recursos atribuídos ao Ministério das Cidades.
Nesta quarta-feira, 24, aconteceu a instalação e eleição da mesa de trabalhos da Comissão. Foi eleito para presidir a CMO o deputado Júlio Arcoverde (PP-PI). Também foi escolhido na ocasião o senador Ângelo Coronel (PSD-BA) para ser o relator do Orçamento de 2025, cuja peça deve ser encaminhada pelo Executivo durante o segundo semestre.
Ex-governador de Mato Grosso, ex-prefeito de Várzea Grande e senador exercendo o segundo mandato, Jayme Campos disse que espera conseguir dar novamente sua parcela de contribuição e influenciar para construção de um Orçamento público que possa “destinar os recursos para as zonas prioritárias do país”. Ele enfatizou que o Brasil tem muitas carências a serem supridas e que a Comissão de Orçamento tem sobre si uma grande responsabilidade “de buscar efetivamente aquilo que será bom para a sociedade brasileira”.
De acordo com o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, em 2025, o Orçamento prevê o Produto Interno Bruto (PIB) em R$ 12,4 trilhões. O texto enviado pelo governo prevê o déficit zero nas contas públicas. Para o próximo ano, o governo poderá gastar R$ 2,1 trilhões e prevê o crescimento do país em 2,5% até 2028. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) ainda prevê a taxa Selic em 6,77% ao ano para o próximo ano.
“Estamos aqui para contribuir, ao lado de tantos outros senadores experientes, e esperamos entregar a sociedade brasileira um Orçamento elaborado com muita responsabilidade” – ele frisou.
Fonte: Política
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