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Turismo dos Beatles: 8 lugares marcantes que fãs da banda precisam conhecer

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Confira lugares espalhados pelo mundo que são importantes para a história dos Beatles
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Confira lugares espalhados pelo mundo que são importantes para a história dos Beatles

documentário “The Beatles: Get Back”  finalmente chega ao universo digital e vai divulgar imagens nunca vistas antes da banda e que passaram 50 anos trancadas em um cofre. A obra está disponível no Disney+ a partir desta sexta-feira (25) com montagem e direção de Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) e são mais de 60 horas de filmagens restauradas, além de 150 horas de áudios inéditos que foram gravadas durante as últimas sessões de gravação dos Beatles como um grupo. As imagens devem mostrar a banda trabalhando no interior da gravadora Apple Corps durante as gravações dos discos “Let It Be” e “Abbey Road”.

A Apple Records é apenas um dos lugares mais importantes para a história dos Beatles, afinal também foi lá onde aconteceu o que ficou conhecido como o Rooftop Concert, o último show que a banda fez e que foi realizado no terraço do prédio da Apple. Os bastidores do concerto do terraço também serão revelados na série documental.

No entanto, os garotos de  Liverpool deixaram sua marca em diversos pontos turísticos, cidades e países. Em busca de conseguir uma conexão com John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, muitos fãs se deslocam por esses lugares para conseguir presenciar, mesmo que anos depois, um pouco dos acontecimentos que foram vividos pelo grupo.

Para ajudar os beatlemaníacos a prepararem o melhor roteiro para encontrar esses espaços, o iG Turismo selecionou 8 lugares ao redor do mundo que foram marcantes para a história dos Beatles e que todo fã precisa conhecer.

1- As casas onde os Beatles cresceram – Liverpool, Inglaterra

Um dos programas mais marcantes de Liverpool é visitar as casas onde Paul, John, George e Ringo cresceram. Atualmente, apenas as casas de Paul e John estão abertas para visitação, com administração do National Trust, o instituto britânico de história. As visitas precisam ser reservadas previamente pelo site da organização.

A casa de John Lennon, em Mendips, é considerada como uma das que mais despertam emoções nos fãs. Localizada no número 251 da Menlove Avenue, seus arredores foram muito importantes para a vida pessoal do cantor e para os Beatles, seja pelos ensaios com Paul ou pelas referências nas canções. Um exemplo disso é que, do gramado, ele conseguia olhar para o orfanato Strawberry Field, que inspirou a canção “Strawberry Fields Forever”.

Conhecido por ter tido infância e adolescência problemáticas, John viveu ali com os tios, Mimi e George, desde os cinco anos. Ele não conheceu o pai, que o abandonou quando criança, e a mãe faleceu precocemente, em 1958, atropelada no ponto de ônibus que está até hoje em frente à residência. A artista plástica Yoko Ono, ex-esposa de John, comprou a casa em 2002 e a doou ao National Trust para que fosse aberta ao público para visitação.

A casa para a qual Paul McCartney se mudou com a família em 1955 se tornou cenário importante para a formação dos Beatles. No número 20 da Forthlin Road, no bairro de Allerton, John e Paul começaram a ensaiar e a compor diversas das primeiras canções que fizeram dos Beatles um sucesso. Toda estrutura da casa foi mantida e os móveis foram reorganizados como eram utilizados nos anos 1950.

A casa 10 da Admiral Glove, no bairro de Dingle, foi onde Ringo Starr cresceu. Recentemente, a residência escapou da demolição; diversos fãs se mobilizaram para que ela se mantivesse em pé. A casa ainda não pode ser visitada, mas há planos da prefeitura para abri-la ao público.

Em Arnold Grove, na casa 12, em Speke, é possível ver a fachada do sobrado onde George Harrison morou com os pais e os três irmãos. Também não é possível passar da porta de entrada, mas o National Trust está trabalhando para abrir a casa para visitações da mesma maneira como fez com as de John e Paul.

2- Cavern Club – Liverpool, Inglaterra

Fundado em 1957 como um clube de jazz, se tornou um clube de rock em 1961 e o palco onde os Beatles se consagraram. Foi lá que a banda fez sua primeira apresentação e onde foi descoberta por Brian Epstein. Apesar dos Beatles terem sido a principal descoberta remetida ao bar, o local também descobriu gente como os Rolling Stones, Elton John, Queen, John Lee Hooker e Oasis, só para citar algumas estrelas.

Além do forte contexto histórico e da aura roqueira, o Cavern Club vale a visita para quem quer curtir o melhor da noite de Liverpool. A atmosfera rústica do local se manteve e é arrematada por luzes e letreiros de neon que iluminam as cavernas de tijolos. Um ótimo lugar para curtir um show de rock e beber uns chopes. Ah, não se esqueça de apreciar a estátua de John Lennon na frente do bar, erguida em 1997.

3- Chiswick House – Londres, Inglaterra

Em maio de 1996, os Beatles gravaram os videoclipes das canções “Paperback Writer” e “Rain” em um parque público na zona oeste de Londres. Se trata do belo e glorioso Chiswick House, que preserva uma residência britânica do século 18, diversas esculturas e um vasto jardim. O distrito de Chiswick, aliás, é conhecido como o berço do movimento paisagista inglês.

Os vídeos foram muito importantes para a história dos Beatles, já que foram os primeiros vídeos promocionais (como eram chamados) gravados pela banda. O local é aberto ao público e recebe diversos beatlemaníacos todos os anos devido a esse contexto. À parte das histórias dos Beatles, o jardim é um local magnífico para passar algumas horas passeando e observando a paisagem.

4- Shea Stadium – Nova York, Estados Unidos

O famoso show dos Beatles realizado em 1966 no Shea Stadium, o estádio de beisebol do New York Mets, é extremamente marcante. Primeiro porque foi a primeira apresentação dos Beatles nos Estados Unidos. Segundo, porque o show é até hoje considerado como o maior show da história da banda. E por último, é de fato uma das principais apresentações ao vivo da banda, com direito a imagens históricas, gritaria e fãs desmaiando nas arquibancadas.

Localizado no Queens, o Shea Stadium existiu até o ano de 2008, quando foi demolido para a construção de um outro estádio, conhecido hoje como Citi Fields. A área do Shea Stadium, no entanto, não é tão glamurosa atualmente e evoca praticamente nada da aura do que foi a apresentação. A região em que os Beatles tocaram hoje é o estacionamento do estádio do New York Mets.

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5- Nippon Budokan – Tóquio, Japão

Os Beatles tinham uma base de fãs muito apaixonada no Japão, o que fez com que, também em 1966, a banda se apresentasse por cinco noites em Tóquio . Se o show dos garotos de Liverpool foi uma experiência marcante para os apaixonados pela banda, também foi controverso e cercado de polêmicas por parte da população japonesa.

A chegada dos Beatles até lá desagradou autoridades, que acharam desrespeitoso que uma banda de rock se apresentasse por lá. A banda chegou a ser ameaçada de morte por isso. A arena foi construída em 1964 para os Jogos Olímpicos de Verão daquele ano e é usada também nas competições nas Olimpíadas de 2020. Desde então, passou a ser considerado para competições de judô e karatê, se tornando um santuário nacional para esses esportes.

As apresentações dos Beatles abriram portas para que o local se transformasse em uma arena de shows. Bandas como Deep Purple, Queen, Ozzy Osbourne e Red Hot Chili Peppers já fizeram shows no local.

6- Retiro espiritual Chaurasi Kutia – Rishikesh, Índia

Em janeiro de 1968, os Beatles se retiraram da vida pública e ficarem reclusos em um retiro espiritual na Índia chamado Chaurasi Kutia (चौरासी कुटिया), que também ficou conhecido como “Retiro dos Beatles”. Os quatro sempre se interessaram pelas sonoridades orientais e indianas, mas com a aproximação de George Harrison ao hinduísmo, John, Paul e Ringo abraçaram a ideia de fugir da mídia com suas esposas e alguns amigos.

Por lá, eles criaram o hábito de meditação e entraram em contato com o lado espiritual. A banda foi iniciada em meditação transcendental por Maharishi Mahesh Yogi. Essa estadia também foi polêmica, já que, anos depois, foi descoberto um esquema de corrupção financeira e casos de abusos sexuais envolvendo o mestre religioso. George e Paul chegaram a se retratar e pediram desculpas anos mais tarde. Além disso, Ringo Starr não passou bem com a comida e teve uma infecção estomacal, o que encurtou o passeio.

Além da importância na vida pessoal dos Beatles, cerca de 50 canções foram escritas durante o retiro, sendo que a grande maioria foi parar no Álbum Branco. Uma das canções escritas no local foi “Dear Prudence”, que foi inspirada na irmã da atriz Mia Farrow. Ambas estavam no local com a banda.

O local onde o retiro aconteceu passou anos fechado, o que fez com que muitos fãs invadissem a área fechada para conhecer o local. No entanto, toda área foi reformada e pode ser visitada por US$ 10 para turistas (para os locais, o ingresso é mais barato, US$ 2).

Uma placa foi mantida no local para indicar a visita dos Beatles, com os seguintes dizeres: “‘Os Beatles em Rishikesh’. Eles vieram para cá em 1968 para estudar meditação transcendental com o Maharishi Mahesh Yogi. Durante sua estadia, escreveram muitas canções célebres, lançadas no Álbum Branco e em Abbey Road”.

7- Abbey Road – Londres, Inglaterra

Abbey Road
Reprodução/Get Your Guide

Abbey Road

A Abbey Road dispensa apresentações, mas aqui vai o contexto: a pacata rua em um bairro residencial de Londres foi atravessada pelos Beatles. A foto foi colocada em um álbum que ganhou o nome dessa mesma rua e se tornou um dos grandes clássicos do rock. Além disso, a foto é repleta de simbologias que intrigam os fãs até os dias de hoje.

O estúdio da EMI Studios, onde o disco foi gravado, estava bem de frente para esta faixa de pedestres. A ideia da foto foi de Paul McCartney, que chegou a fazer um esboço. Ao todo, foram seis fotos tiradas naquele dia para chegar ao resultado conhecido no mundo todo.

Um dos passeios que não podem faltar aos beatlemaníacos que forem à Londres é ir ao exato local para apreciar a vista e, é claro, repetir a icônica foto. A célebre faixa de pedestres está no bairro Saint John’s Wood.

8- Rooftop Concert na Apple Studios – Londres, Inglaterra

O concerto no terraço em 1969, mais conhecido como Rooftop Concert, é um dos mais importantes acontecimentos da carreira dos Beatles. Com raríssimas apresentações ao vivo, essa foi a última vez que a banda se reuniu para tocar. Toda apresentação aconteceu de surpresa e foi interrompida pelos policiais, já que o som estava causando problemas no trânsito e ruídos sonoros.

O prédio da Abbey Road é famoso não apenas pelo show do terraço em si, mas por ter sido onde os Beatles gravaram. O número 3 da Savile Row, no bairro de Mayfair, ainda está lá para ser admirado apenas do lado de fora. Apesar de ter sido usado para a gravação de diversos discos, o que importa para os fãs é poder sentir, de alguma forma, a mesma sensação de todas as pessoas presentes no dia do Rooftop Concert.

Dica – Magical Mystery Tour

Reprodução/Vitamina Nerd

“Magical Mystery Tour” apresenta Liverpool pela ótica dos Beatles

Caso o turista não queira perder nada e passear pelos principais pontos turísticos ligados aos Beatles em Liverpool, vale a pena dar uma chance para o passeio guiado “Magical Mystery Tour”. Com duração de duas horas, o ônibus passeia pelas principais áreas da cidade que têm relação aos Beatles. O tour não dá direito a entrada de alguns locais, como as casas dos Beatles, mas concede alguns brindes temáticos e um mapa da cidade.

Há desembarque nas áreas mais importantes da cidade. O tour conta com guias especialistas na história da banda, além de áudio traduzido em italiano, espanhol, francês e alemão. Durante todo passeio são tocadas composições da banda.

O custo da passagem por pessoa é de £ 16,95 (R$ 127,17 na conversão atual), e os ingressos podem ser comprados pela internet. A saída do tour é da Albert Dock, que fica ao lado do museu The Beatles Story.

Fonte: IG Turismo

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Em São Paulo, Mosteiro da Luz guarda um rico acervo religioso e arquitetônico

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No centro de São Paulo, o complexo Mosteiro da Luz é formado pela Igreja, pelo Museu de Arte Sacra e pelo Presépi Napolitano.
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No centro de São Paulo, o complexo Mosteiro da Luz é formado pela Igreja, pelo Museu de Arte Sacra e pelo Presépi Napolitano.

O Mosteiro da Luz é uma das principais atrações turísticas e históricas da capital paulista. Localizado no centro da cidade, o complexo compreende a Igreja Santo Antônio de Santanna Galvão, o Museu de Arte Sacra de São Paulo e o Presépio Napolitano. A importância do local se deve devido ao conjunto arquitetônico, religioso e cultural que ele abarca e é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat). 

Construído no século 18, o mosteiro está situado na última chácara conventual urbana do Brasil. A princípio, o edifício foi idealizado para sediar o convento de recolhimento das monjas enclausuradas Concepcionistas Franciscanas da Ordem da Imaculada Conceição e a Igreja dedicada a Nossa Senhora da Luz. A história do monumento foi reunida no livro “Mosteiro da Luz”, obra póstuma do autor Benedito de Lima Toledo, publicado pela editora KPMO Cultura e Arte, em 2021. 

Marcello de Oliveira é arquiteto, urbanista e auxiliou no processo de elaboração do livro. Segundo ele, o Mosteiro da Luz é um dos agrupamentos arquitetônicos mais bem conservados da cidade de São Paulo. “É um remanescente do estilo arquitetônico utilizado no período da colonização portuguesa, mantendo as características construtivas em taipa de pilão, técnica muito utilizada desde o descobrimento do Brasil até final do século 19”, explica. 

Além disso, o arquiteto salienta a relevância do prédio para o cenário urbano de São Paulo, e aponta para a urgência em se preservar um monumento como este. “Por se tratar de um dos últimos remanescentes da cidade de São Paulo onde foi utilizada a técnica construtiva em taipa de pilão, com características artísticas do estilo colonial português, é imprescindível que este bem histórico, artístico e cultural seja preservado para que as futuras gerações possam reconhecer a importância da preservação de nossa história por meio da manutenção de um bem cultural de tamanha relevância”, pontua. 

Instalações do Mosteiro da Luz

Ao passear pelo complexo, o visitante terá acesso à Igreja, ao Museu de Arte Sacra e ao Presépio Napolitano. Desse modo, o Museu de Arte Sacra é constituído por pinturas, esculturas, livros, joias e pedras preciosas em seu acervo, todos os itens com temática religiosa. Ele possui uma coleção que veio de fazendas históricas, das igrejas, dos mosteiros e dos conventos, tanto do interior quanto da capital paulista. São mais de 18 mil artigos que datam dos séculos 16 ao 20, uma das maiores coleções do Brasil.

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O Presépio Napolitano, por sua vez, se trata de um pequeno museu localizado em um espaço ligado ao convento, também denominado Museu do Presépio. O acervo conta com aproximadamente 1.600 peças que foram obtidas em Nápoles, na Itália. Há ainda outros presépios, tais como o da Ilha da Madeira, o Polonês, o Boliviano, o de Caruaru e o Japonês. 

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No Complexo Mosteiro da Luz, o turista irá encontrar:

  • Igreja Santo Antônio de Santanna Galvão (Igreja Nossa Senhora da Luz) 
  • Túmulo onde estão depositados os restos mortais de São Frei Antônio de Santanna Galvão
  • Ponto de encontro e de peregrinação de romeiros e devotos dedicados ao Santo brasileiro
  • Sala onde são distribuídas as pílulas milagrosas de Frei Galvão
  • Memorial Frei Galvão, onde estão reunidos os objetos que pertenceram ao Frei Galvão
  • Museu de Arte Sacra de São Paulo (uma das maiores coleções em acervo público dedicada à preservação e conservação da arte sacra no Brasil)
  • Presépio Napolitano (localizado na antiga Casa do Capelão)
  • Convento onde vivem em clausura as Irmãs Concepcionistas Franciscanas
  • Loja do museu onde são vendidos livros e artigos religiosos
  • Biblioteca José Mindlin (no Museu de Arte Sacra) especializada em publicações sobre o tema arte sacra
  • Cemitério das Irmãs Concepcionistas da Ordem da Imaculada Conceição
  • Chácara conventual (acesso restrito às freiras, não é aberto ao público)

Horário de visitação:

Igreja Santo Antônio de Santanna Galvão (Igreja da Luz, abre de domingo a sexta-feira, das 9h às 17h).

Museu de Arte Sacra de São Paulo (abre de terça-feira a domingo, das 9h às 17h; aos sábados o ingresso é gratuito; o ingresso custa R$ 6; meia entrada, R$ 3).

Presépio Napolitano (abre de sábado e domingo, das 10h às 12h e das 15h às 16h).

Fonte: IG Turismo

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