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Nova animação da Disney se passa na Colômbia; conheça os cenários de “Encanto”

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“Encanto” é a nova animação da Disney que estreia nos cinemas dia 25 de novembro.

A mais nova animação da Disney, “Encanto”, estreia nos cinemas dia 25 de dezembro e o público vai conhecer a família Madrigal, composta por um conjunto de pessoas extraordinárias, cada uma com um dom específico, como superforça, habilidade de curar ou a capacidade de conversar com os animais. 

Os Madrigal vivem em uma vila no meio das montanhas, em uma casa chamada Encanto. Todos foram abençoados com uma aptidão, menos Mirabel. No entanto, quando percebe que a magia está acabando, a única integrante da família sem poderes mágicos é quem irá salvá-los. 

Segundo Jared Bush, diretor e roteirista do filme, a diversidade colombiana foi muito importante para compor o enredo. “Grande parte da América Latina é uma combinação da herança indígena, africana e europeia. A Colômbia é considerada ‘a interseção da América Latina’ – e queríamos refletir isso dentro de uma família: os Madrigal”.

Jared Bush, Byron Howard (também diretor do filme) e Lin-Manuel Miranda, que compôs as canções originais da animação, estiveram na Colômbia em 2018, a fim de pesquisar sobre os hábitos, músicas, história e cultura local. Eles passaram por cidades como Cartagena, Bogotá, Barichara e San Basilio de Palenque. 

“Era uma surpresa a cada esquina. Cada cidade, cada lugar era completamente diferente e incrivelmente bonito. Há uma sensação de magia em muitos desses lugares. A visita à Colômbia e a oportunidade de sermos bem recepcionados por tantas pessoas que conhecemos lá foi realmente uma revelação, e inspirou muito de nossa história”.

Como chegar na Colômbia?

O Aeroporto Internacional El Dorado (BOG) é o principal do país, localizado em Bogotá. Do Brasil, é possível realizar voos diretos para a Colômbia de todas as capitais brasileiras. As passagens custam em média R$ 5,2 mil. 

Cartagena

Cartagena é um dos destinos que inspiraram os criadores de
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Cartagena é um dos destinos que inspiraram os criadores de “Encanto”.


Cartagena das Índias, cidade banhada pelas águas do Caribe, é uma das cidades mais visitadas da Colômbia. Além das praias paradisíacas e do clima vibrante e colorido, o destino carrega uma grande importância histórica. Cartagena foi a primeira colônia espanhola das Américas, logo se tornando um centro econômico. De lá, conquistadores despachavam tesouros que haviam saqueado e importavam escravizados africanos.  

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Para se protegerem de invasões de piratas e corsários, os moradores ergueram um muro ao redor da cidade ainda no século 16. Em 1984, a cidade murada de Cartagena foi tombada como Patrimônio Mundial da Unesco, devido à grandiosidade arquitetônica. 

Barichara

O pequeno vilarejo de Barichara tem ruas de pedra e casas do período colonial.
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O pequeno vilarejo de Barichara tem ruas de pedra e casas do período colonial.


Barichara também é uma cidade histórica, que guarda resquícios do período colonial da Colômbia. O pequeno vilarejo contempla ruas de pedra, casas antigas e o entorno coberto de florestas e montanhas. A cidade é repleta de museus e igrejas: a Capela de Santa Bárbara, por exemplo, a Catedral da Imaculada Conceição e o Templo de Nossa Senhora da Candelária e Santo Isidoro Lavrador. 

O Museu Arqueológico, criado em 1970, reserva fósseis de milhões de anos, bem como cerâmicas, colares e itens que pertenceram ao grupo indígena Guane. Em Barichara pode-se, ainda, aprender a manipular cerâmica e pedra nas oficinas da vila. 

Bogotá 

Bogotá é a capital da Colômbia, a 2640 m acima do nível do mar.
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Bogotá é a capital da Colômbia, a 2640 m acima do nível do mar.


A capital da Colômbia, além de ser a quarta cidade mais populosa da América do Sul, é a terceira capital mais alta do mundo, estando cerca de 2640 m acima do nível do mar. Bogotá, por ter sido ocupada desde 10.500 a.C, preserva atrações inestimáveis dos povos que residiam na região, que se uniram à cultura dos espanhóis que chegaram depois. 

La Candelaria é um dos pontos mais visitados de Bogotá. Foi nele que a cidade foi fundada, preservando o conjunto arquitetônico colonial com paredes coloridas. No mais, é no local que estão os principais museus da cidade, O Museu Botero, o Museu Casa de Moneda, la Collección de Arte de Banco de la República e o MAMU. 

Fonte: IG Turismo

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Em São Paulo, Mosteiro da Luz guarda um rico acervo religioso e arquitetônico

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No centro de São Paulo, o complexo Mosteiro da Luz é formado pela Igreja, pelo Museu de Arte Sacra e pelo Presépi Napolitano.
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No centro de São Paulo, o complexo Mosteiro da Luz é formado pela Igreja, pelo Museu de Arte Sacra e pelo Presépi Napolitano.

O Mosteiro da Luz é uma das principais atrações turísticas e históricas da capital paulista. Localizado no centro da cidade, o complexo compreende a Igreja Santo Antônio de Santanna Galvão, o Museu de Arte Sacra de São Paulo e o Presépio Napolitano. A importância do local se deve devido ao conjunto arquitetônico, religioso e cultural que ele abarca e é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat). 

Construído no século 18, o mosteiro está situado na última chácara conventual urbana do Brasil. A princípio, o edifício foi idealizado para sediar o convento de recolhimento das monjas enclausuradas Concepcionistas Franciscanas da Ordem da Imaculada Conceição e a Igreja dedicada a Nossa Senhora da Luz. A história do monumento foi reunida no livro “Mosteiro da Luz”, obra póstuma do autor Benedito de Lima Toledo, publicado pela editora KPMO Cultura e Arte, em 2021. 

Marcello de Oliveira é arquiteto, urbanista e auxiliou no processo de elaboração do livro. Segundo ele, o Mosteiro da Luz é um dos agrupamentos arquitetônicos mais bem conservados da cidade de São Paulo. “É um remanescente do estilo arquitetônico utilizado no período da colonização portuguesa, mantendo as características construtivas em taipa de pilão, técnica muito utilizada desde o descobrimento do Brasil até final do século 19”, explica. 

Além disso, o arquiteto salienta a relevância do prédio para o cenário urbano de São Paulo, e aponta para a urgência em se preservar um monumento como este. “Por se tratar de um dos últimos remanescentes da cidade de São Paulo onde foi utilizada a técnica construtiva em taipa de pilão, com características artísticas do estilo colonial português, é imprescindível que este bem histórico, artístico e cultural seja preservado para que as futuras gerações possam reconhecer a importância da preservação de nossa história por meio da manutenção de um bem cultural de tamanha relevância”, pontua. 

Instalações do Mosteiro da Luz

Ao passear pelo complexo, o visitante terá acesso à Igreja, ao Museu de Arte Sacra e ao Presépio Napolitano. Desse modo, o Museu de Arte Sacra é constituído por pinturas, esculturas, livros, joias e pedras preciosas em seu acervo, todos os itens com temática religiosa. Ele possui uma coleção que veio de fazendas históricas, das igrejas, dos mosteiros e dos conventos, tanto do interior quanto da capital paulista. São mais de 18 mil artigos que datam dos séculos 16 ao 20, uma das maiores coleções do Brasil.

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O Presépio Napolitano, por sua vez, se trata de um pequeno museu localizado em um espaço ligado ao convento, também denominado Museu do Presépio. O acervo conta com aproximadamente 1.600 peças que foram obtidas em Nápoles, na Itália. Há ainda outros presépios, tais como o da Ilha da Madeira, o Polonês, o Boliviano, o de Caruaru e o Japonês. 

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No Complexo Mosteiro da Luz, o turista irá encontrar:

  • Igreja Santo Antônio de Santanna Galvão (Igreja Nossa Senhora da Luz) 
  • Túmulo onde estão depositados os restos mortais de São Frei Antônio de Santanna Galvão
  • Ponto de encontro e de peregrinação de romeiros e devotos dedicados ao Santo brasileiro
  • Sala onde são distribuídas as pílulas milagrosas de Frei Galvão
  • Memorial Frei Galvão, onde estão reunidos os objetos que pertenceram ao Frei Galvão
  • Museu de Arte Sacra de São Paulo (uma das maiores coleções em acervo público dedicada à preservação e conservação da arte sacra no Brasil)
  • Presépio Napolitano (localizado na antiga Casa do Capelão)
  • Convento onde vivem em clausura as Irmãs Concepcionistas Franciscanas
  • Loja do museu onde são vendidos livros e artigos religiosos
  • Biblioteca José Mindlin (no Museu de Arte Sacra) especializada em publicações sobre o tema arte sacra
  • Cemitério das Irmãs Concepcionistas da Ordem da Imaculada Conceição
  • Chácara conventual (acesso restrito às freiras, não é aberto ao público)

Horário de visitação:

Igreja Santo Antônio de Santanna Galvão (Igreja da Luz, abre de domingo a sexta-feira, das 9h às 17h).

Museu de Arte Sacra de São Paulo (abre de terça-feira a domingo, das 9h às 17h; aos sábados o ingresso é gratuito; o ingresso custa R$ 6; meia entrada, R$ 3).

Presépio Napolitano (abre de sábado e domingo, das 10h às 12h e das 15h às 16h).

Fonte: IG Turismo

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