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Hopi Hari desenvolve amplo projeto de revitalização e manutenção do parque

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O Hopi Hari, em São Paulo, é um dos maiores parques do país
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O Hopi Hari, em São Paulo, é um dos maiores parques do país

O Parque Temático Hopi Hari tem se desenvolvido cada vez mais desde o segundo semestre de 2019, quando a gestçao atual assumiu o parque. De lá para cá, as atrações e áreas comuns do parque passam por manutenção constante e estão incluídas em projetos de revitalização. Além disso, o parque apresentou alta no faturamento e melhorou a experiência do visitante desde a troca de administração.

Em relação às atrações, a Montezum, montanha russa de madeira que é principal atração do parque, passou por reformas no Trem 1. Assim, o processamento da fila é maior e o conforto aos visitantes é garantido. Também foi comprado equipamento e realizado reparo nas linhas para o sistema de climatização na área de espéra dos visitantes.

No Rio Bravo, foram acrescentadas correntes na subida do lift e correntes do sistema de posicionamento dos botes para embarque e desembarque de visitantes. A Tirolesa também foi melhorada. A área externa do Restaurante Euro também foi ampliada para aumentar a capacidade do estabelecimento.

As lojas também passaram por melhorias e passou a dispor de novas mercadorias para melhorar o faturamento interno e, assim, melhorar o espaço para aniversários do Hopi Hari, o Hopi Niver.

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As manutenções geraram condições melhores para abrir novas vagas de emprego e regularizar funcionários. O parque atualmente funciona com 800 funcionários, sendo que, no fim da gestão anterior, contava apenas com 350 colaboradores, alguns com registros irregulares. Os atuais funcionários têm direito a férias, banco de horas e registros regulares. No período crítico da pandemia, o quadro de funcionários foi totalmente mantido; apenas funcionários que desejaram foram dispensados.

Em relação às dívidas do parque, o Hopi Hari afirma que já foram regularizadas. “A atual gestão regularizou ainda pagamento de tributos, fornecedores e prestadores pós Recuperação Judicial, além de advogados e administradores judiciais e do seguro do Parque, ativo desde 25/09/21. E, ainda, adquiriu na justiça o direito de iniciar o pagamento da Classe Trabalhista antes mesmo da realização da assembleia da RJ”, explica em nota.

Além disso, o faturamento aumentou em 47,92% no ano de 2019, comparado ao de 2018. O parqeu também apresentou crescimento de 31,93% do público pagante no período. “Lembrando que não há como fazer um comparativo com o ano de 2020, visto que o Parque fechou em 17 de março e retomou as atividades, em definitivo, somente no dia 24 de abril deste ano, passando por diversos momentos de instabilidade, ao longo destes meses, e sempre com público muito limitado”, diz.

“Dessa forma, o Hopi Hari ressalta que, mesmo com todas as adversidades, segue firme com o cumprimento de seu propósito, graças a união e força de sua equipe, que é levar a melhor experiência ao seu público e reitera seu compromisso de agir com transparência e responsabilidade, destacando que o objetivo que guia suas ações é a proteção de seus credores, através da continuidade de suas atividades”, acrescenta.

Fonte: IG Turismo

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Cancelamentos de voos: passageiros devem ter atenção aos seus direitos

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A empresa que cancelar voos deve comunicar o passageiro com no mínimo 72 horas de antecedência.
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A empresa que cancelar voos deve comunicar o passageiro com no mínimo 72 horas de antecedência.

No último mês, a população viu crescerem os casos de Covid e Influenza. O quadro preocupante levou diversas empresas aéreas a cancelarem voos para conter o avanço das doenças. A Latam, por exemplo, já interrompeu mais de uma centena de voos nacionais e internacionais. A Delta Air Lines, por sua vez, informou que aproximadamente 8 mil funcionários testaram positivo para Covid-19. 

Mas é preciso se atentar aos cancelamentos: as regras especiais de remarcação de bilhetes e de reembolso editadas durante a pandemia não estão mais em vigor. Logo, não são aplicáveis aos voos suspensos a partir de 1º de janeiro de 2022.

Nesse caso, as regras válidas voltam a ser aquelas previstas na Resolução ANAC nº 400/2016. A norma diz que a empresa que cancelar o voo, e informar os passageiros com antecedência mínima de 72 horas, terá que ofertar uma opção de acomodação ou reembolso integral, que deve ser concluído em até sete dias da solicitação.

A advogada Lívia Herdy, sócia do Fenelon Advogados, especialista em Direito Aeronáutico, Regulatório e Processo Civil, afirma que, se a empresa não avisar o passageiro no tempo solicitado, tem que fornecer alternativas de reacomodação, reembolso ou a execução do transporte por outra modalidade, além de assistência material e hospedagem.

“Por outro lado, se o passageiro desistir da viagem, não terá mais direito a optar por utilizar o crédito em até 18 meses, pois nesse caso, desde o início do presente ano, aplicam-se as regras contratuais da passagem que foi comprada. Por essa razão, é muito importante que todos observem as regras de cancelamento e reembolso no momento da compra o bilhete”.

A especialista destaca ainda que é importante lembrar, que os passageiros podem, nos dias que antecederem a viagem, contatar a empresa aérea para verificar se o voo sofreu alguma alteração. “E, se for o caso, fazer as alterações pertinentes ou solicitar o reembolso pelo próprio site da companhia, evitando assim o deslocamento até o aeroporto”, finaliza.

Fonte: IG Turismo

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