TRÊS LAGOAS

TURISMO

Destino dos Famosos: Alter do Chão, a calmaria do Caribe brasileiro

Publicados

em

source
Grazi Massafera e a filha, príncipe Charles, Rafa Brites e Felipe Andreoli já foram curtir Alter do Chão
Reprodução/montagem

Grazi Massafera e a filha, príncipe Charles, Rafa Brites e Felipe Andreoli já foram curtir Alter do Chão

Quem busca por tranquilidade, belas praias à beira de um dos rios mais famosos do Brasil e muita aventura pela natureza vai gostar do que Alter do Chão tem a oferecer. O vilarejo está localizado no município de Santarém, no Pará, e tem ganhado força entre os turistas brasileiros na última década – tendo ganhado o título de Caribe brasileiro, uma definição que faz jus ao destino.

Samara Felippo, Giselle Batista, Whindersson Nunes, Príncipe Charles, Grazi Massafera, Felipe Andreoli e Rafa Brites estão entre os famosos que já foram conferir de perto a natureza exuberante do local e as enormes faixas de areia que intervém nas águas doces. O destino também recebe personalidades famosas internacionais, sendo uma das visitas mais lembradas a do príncipe Charles, em 2009.

Devido às praias doces, as florestas magníficas e regiões que abrigam uma biodiversidade impressionante, Alter do Chão é um dos principais destinos brasileiros de quem quer desfrutar um ecoturismo de primeira. O local também é uma preferência de quem é adepto do turismo sustentável. Esse contato com a natureza pode ser intensificado em trilhas, visitas a picos de morros e até práticas esportivas como canoagem pelas águas serenas da região.

A cultura na região é forte, seja na culinária ou nas diversas apresentações de carimbó que animam a cidade. A boa infraestrutura das praias e a grande quantidade de bares e restaurantes à beira-mar tornam o destino ainda mais favorável para quem quer curtir com tranquilidade.

É mais indicado optar por ir até Alter do Chão na época de seca para conseguir ter as praias mais delimitadas. No entanto, o período das cheias é considerado o mais bonito por valorizar ao máximo as paisagens naturais do vilarejo; no entanto, é o período que mais recebe chuvas, o que pode não permitir que alguns passeios sejam realizados.

Como chegar em Alter do Chão?

Só é possível chegar até Santarém por Belém, Manaus e Brasília. Com saída de São Paulo, é possível encontrar voos a partir de R$ 2 mil*. A chegada é pelo Aeroporto Internacional de Santarém – Maestro Wilson Fonseca.

De lá, é possível chegar até Alter do Chão de transporte público. Pegue um ônibus que sai da Avenida Tapajós e, lá, pegue outro ônibus na Praça Barão de Santarém. O trajeto dura em torno de 40 minutos. Quem quer mais praticidade pode optar por um táxi ou por transfers, mas os preços podem ser mais caros.

Se estiver saindo de Manaus ou Belém e tiver tempo, vale cogitar chegar até Alter do Chão de barco.

O que fazer em Alter do Chão?

Rio Tapajós

É um dos rios mais conhecidos do Brasil por desaguar no rio Amazonas. O trecho do Tapajós passa em Santarém, onde possui um forte significado e é presença marcante. O entorno do rio abriga mangues e fauna que podem ser exploradas por passeios ou mergulhos.

É possível ainda realizar cruzeiros de até cinco dias ou passear por algumas horas em uma lancha, barco ou canoa. Os passeios podem ser combinados com agências na orla de Santarém. É possível fazer a visita com guia ou priorizando as regiões das praias.

Praia da Ponta da Pedra

A praia fica às margens do Rio Tapajós e é uma das mais famosas de Alter do Chão. É uma das regiões com cenário mais bonitos do vilarejo, principalmente por conta das formações rochosas que cercam parte da orla e emolduram o mar verde. Um bom programa por lá é cruzar o Tapajós em direção ao Canal do Jari, onde há uma simpática comunidade local. É indicado ficar ali tempo o suficiente para o almoço, já que a diversidade de restaurantes no local pode acrescentar e muito na experiência.

Praia do Pindobal

Essa é considerada a praia mais buscada pelos turistas. O motivo: a região é sinônimo de descompressão e tranquilidade. Ao chegar ali, basta se entregar às águas claras e tranquilas e aproveitar os charmosos quiosques. A Praia do Pindobal também é ponto badalado durante a noite: casas de shows, restaurantes e apresentações de carimbó agitam a região.

Floresta Nacional dos Tapajós

Também conhecida como Flona, trata-se de um complexo que abriga árvores de quase 70 metros de altura, que são as sumaúmas e os igarapés. É o local perfeito para os turistas que gostam de realizar caminhadas e atividades que proporcionam conexão com a natureza e a mata. A floresta se divide entre as comunidades de Maguari e Jamaraquá, sendo que cada uma delas possui trilhas diferentes. Prepare-se para se aventurar entre cipós, lagos e praias.

Ilha do Amor

Ótima infraestrutura e o charme de estar localizada em uma pequena península no Rio Tapajós tornam o destino inesquecível. A Ilha do Amor fica em frente da orla da cidade e tem areia branca e águas cristalinas. Além de ser um bom lugar para relaxar, é possível degustar a culinária local nos quiosques ou praticar esportes como canoagem e futevôlei. Um programa para se fazer pela manhã é aproveitar as primeiras horas do dia para fazer uma trilha na Serra da Piraoca, de onde é possível ver alguns pontos de Alter do Chão de Cima.

*Preços consultados em 6 de maio de 2022.

Fonte: IG Turismo

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

TURISMO

Estudante viajou à Bélgica para festival; conheça o turismo de balada

Publicados

em

source
Gabrielle Correia, 24 anos
Arquivo pessoal

Gabrielle Correia, 24 anos

A moderadora de conteúdo Gabrielle Correia, de 24 anos, é uma jovem que, para aproveitar as baladas que gosta, precisa se locomover. Ela conta que iniciou a paixão por baladas aos 15 anos, quando ainda ouvia pop frequentemente. Mas, ao completar 18 anos, se apaixonou pela música eletrônica.

“Sou super tranquila para viajar para ir em festas, eu realmente gosto dessa experiência e me preparo para ir”, conta. 

Moradora da capital de São Paulo , ela explica que, embora o cenário de festas seja bom, ela faz questão de ir até Lagoinha, interior de São Paulo, para curtir uma festa alternativa com vertente Psytrance. “Não é uma necessidade viajar sempre, porque moro em São Paulo e tem muitas festas.”

O Psytrance, também conhecido como trance psicadélico é uma forma de música eletrônica desenvolvida no fim dos anos 1980. As festas que frequenta são em sua maioria em galpões abandonados com todo o tipo de pessoal, um ambiente bem plural e engloba outros gêneros musicais, como o techno e o hard techno

As viagens duram em média três dias e o perfil das acomodações varia entre hotel, pousada e acampamento, sendo o último o mais comum, segundo Gabrielle, pois “enriquece mais a experiência”. “Geralmente o line-up e data de uma festa é divulgado três meses antes. Então me programo nesse período”, pontua.

Edith Zuba, 38 anos
Arquivo pessoal

Edith Zuba, 38 anos

A estudante de nutrição Edith Zuba, de 38 anos, também é apaixonada por música eletrônica. “Eu amo viajar, independentemente do destino. Acredito que uma viagem sempre proporciona experiências incríveis e, quando tem uma festa no meio, fica ainda melhor. Por esse motivo, me organizo para viajar em datas nas quais sei que haverá uma festa ou um festival muito bom”.

A estudante, que também trabalha com vendas, sempre esteve conectada com a música, mas foi aos 23 anos que começou a viajar com o objetivo de aproveitar um bom som.

Moradora de Montes Claros, norte de  Minas Gerais , Edith precisa viajar para conseguir acessar o cenário de baladas, já que a cidade não tem muitos eventos que a atraia.

“Moro em uma cidade pequena, onde nunca tem festas grandes ou com estilo de música que eu gosto. Então, se quero curtir uma boa festa, preciso sair daqui”, explica.

Ela pontua também que, como as baladas ocorrem mais em fins de semana, suas viagens são bem rápidas. E caso o evento ocorra em São Paulo, ela consegue ficar em casa de amigos. Mas se é em outro destino, precisa ficar em hotéis ou alugar um Airbnb. O destino mais longe para onde já viajou foi a Bélgica para ir ao festival Tomorrowland . “Acho fantástico se conectar com o novo, conhecer gente nova e, claro, curtir uma boa música.”

“O desafio maior sempre é o dinheiro para viajar e conseguir folga no trabalho. Depois disso organizado, é só alegria”, completa.

Conselhos

Zuba diz ser muito bom curtir uma boa festa, mas é preciso saber separar momentos de lazer, estudo e trabalho. “As responsabilidades devem ser priorizadas e as festas devem vir em segundo plano. Tá curtindo o fim de semana? Se joga. Mas na segunda-feira foque no que é importante”, argumenta.

Gabrielle também aconselha que, para quando ir em alguma festa, é preciso planejamento e, além disso, manter uma boa saúde física.

Siga o perfil geral do Portal iG no Telegram. 

Fonte: IG Turismo

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

TRÊS LAGOAS

POLICIAL

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO DO SUL

MAIS LIDAS DA SEMANA