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Cruzeiro naufragado há 22 anos é atração turística nas Ilhas Salomão

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MS Discoverer naufragou nas Ilhas Salomão em 2000
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MS Discoverer naufragou nas Ilhas Salomão em 2000

Um cruzeiro alemão que naufragou há pouco mais de 22 anos se tornou uma atração turística nas Ilhas Salomão. Os restos enferrujados e deteriorados da MS World Discoverer, embarcação construída em 1974, permanecem desde 30 de abril de 2000 encalhados em uma baía das Ilhas Florida, que compõem a nação insular.

Algumas tentativas de retirar o navio do local foram feitas, mas sem sucesso.  Desde então, os destroços do MS Discoverer se tornaram uma atração turística nas Ilhas Salomão. Vídeos e fotos dos naufrágio podem ser encontrados com facilidade nas redes sociais.

Na época do naufrágio, o navio pertencia à Society Expeditions Cruises, empresa americana especializada em viagens a locais inóspitos como a Península Antártica. Em abril de 2000, o MS Discoverer passeava com seus passageiros pelas Ilhas Salomão.

O navio bateu em um recife que não havia sido ainda detectado por navegadores. Sob o comando do capitão Oliver Kruess, o MS Worls Discoverer, já danificado pela colisão, foi conduzido até o litoral para que não afundasse no mar.

Ao adentrar a Rodrick Bay, a embarcação acabou tendo de ser abandonada pela tripulação e passageiros, que foram resgatados. Ninguém ficou ferido.

Fonte: IG Turismo

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Estudante viajou à Bélgica para festival; conheça o turismo de balada

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Gabrielle Correia, 24 anos
Arquivo pessoal

Gabrielle Correia, 24 anos

A moderadora de conteúdo Gabrielle Correia, de 24 anos, é uma jovem que, para aproveitar as baladas que gosta, precisa se locomover. Ela conta que iniciou a paixão por baladas aos 15 anos, quando ainda ouvia pop frequentemente. Mas, ao completar 18 anos, se apaixonou pela música eletrônica.

“Sou super tranquila para viajar para ir em festas, eu realmente gosto dessa experiência e me preparo para ir”, conta. 

Moradora da capital de São Paulo , ela explica que, embora o cenário de festas seja bom, ela faz questão de ir até Lagoinha, interior de São Paulo, para curtir uma festa alternativa com vertente Psytrance. “Não é uma necessidade viajar sempre, porque moro em São Paulo e tem muitas festas.”

O Psytrance, também conhecido como trance psicadélico é uma forma de música eletrônica desenvolvida no fim dos anos 1980. As festas que frequenta são em sua maioria em galpões abandonados com todo o tipo de pessoal, um ambiente bem plural e engloba outros gêneros musicais, como o techno e o hard techno

As viagens duram em média três dias e o perfil das acomodações varia entre hotel, pousada e acampamento, sendo o último o mais comum, segundo Gabrielle, pois “enriquece mais a experiência”. “Geralmente o line-up e data de uma festa é divulgado três meses antes. Então me programo nesse período”, pontua.

Edith Zuba, 38 anos
Arquivo pessoal

Edith Zuba, 38 anos

A estudante de nutrição Edith Zuba, de 38 anos, também é apaixonada por música eletrônica. “Eu amo viajar, independentemente do destino. Acredito que uma viagem sempre proporciona experiências incríveis e, quando tem uma festa no meio, fica ainda melhor. Por esse motivo, me organizo para viajar em datas nas quais sei que haverá uma festa ou um festival muito bom”.

A estudante, que também trabalha com vendas, sempre esteve conectada com a música, mas foi aos 23 anos que começou a viajar com o objetivo de aproveitar um bom som.

Moradora de Montes Claros, norte de  Minas Gerais , Edith precisa viajar para conseguir acessar o cenário de baladas, já que a cidade não tem muitos eventos que a atraia.

“Moro em uma cidade pequena, onde nunca tem festas grandes ou com estilo de música que eu gosto. Então, se quero curtir uma boa festa, preciso sair daqui”, explica.

Ela pontua também que, como as baladas ocorrem mais em fins de semana, suas viagens são bem rápidas. E caso o evento ocorra em São Paulo, ela consegue ficar em casa de amigos. Mas se é em outro destino, precisa ficar em hotéis ou alugar um Airbnb. O destino mais longe para onde já viajou foi a Bélgica para ir ao festival Tomorrowland . “Acho fantástico se conectar com o novo, conhecer gente nova e, claro, curtir uma boa música.”

“O desafio maior sempre é o dinheiro para viajar e conseguir folga no trabalho. Depois disso organizado, é só alegria”, completa.

Conselhos

Zuba diz ser muito bom curtir uma boa festa, mas é preciso saber separar momentos de lazer, estudo e trabalho. “As responsabilidades devem ser priorizadas e as festas devem vir em segundo plano. Tá curtindo o fim de semana? Se joga. Mas na segunda-feira foque no que é importante”, argumenta.

Gabrielle também aconselha que, para quando ir em alguma festa, é preciso planejamento e, além disso, manter uma boa saúde física.

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Fonte: IG Turismo

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