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Dr. Cassiano reúne setores para discutir criação de comitê para a primeira infância

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Com vistas ao cumprimento da Lei federal 13.257/2016, que dispõe sobre as políticas públicas para a primeira infância, o presidente da Câmara Municipal de Três Lagoas, vereador Doutor Cassiano Maia, promoveu reunião multisetorial, na manhã desta quinta-feira (23), dando início às discussões para a criação de um comitê que elabore e coloque em prática um plano municipal para atendimento integral a crianças até os cinco anos de idade. A medida também foi proposta pelo presidente, por meio de indicação encaminhada ao Executivo.

Participaram da reunião a secretária municipal de Educação, Ângela Maria de Brito, Ana Cláudia Bazé de Lima e Paulo Robertoi Friosi, ambos da SEMEC; Franscismeire Fioravante, da Secretaria Municipal de Saúde Pública; Jacimone Gomes da Silva e Daiane Ramos, da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS); José Alves Pereira Neto, do Conselho Tutelar; Elisandra Dias e Jacimone dos Santos, do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA); Silvânia Bersani, da Secretaria Municipal de Governo; o vereador Marcus Bazé o chefe de gabinete da presidência, Robson Trevisan.

Cassiano Maia destacou que o município já recebeu ações de desenvolvimento econômico em gestões anteriores, agora está recebendo investimentos em infraestrutura e está na hora de iniciar um grande projeto para trabalhar as gerações futuras para que Três Lagoas possa ser uma cidade modelo em todos os setores.

A secretária Ângela Maria de Brito apresentou a todos as principais necessidades para atendimento a esta demanda, inclusive destacando que o plano municipal deve seguir as diretrizes do Plano Nacional Pela Primeira Infância.

José Neto, do Conselho Tutelar pontuou que a falta de políticas públicas tem refletido em aumento nos índices de violação de direitos e avaliou  que a criação de um comitê poderá auxiliar na redução destes números.

A representante do SMAS, Daiane Ramos, sugeriu que seja realizado um amplo diagnóstico mapeando os atendimentos que o município já realiza em relação á primeira infância, os dados e as demandas manifestas até aqui.

Já a diretora de Políticas Públicas da prefeitura, Silvânia Bersani afirmou que o comitê poderá revisar as leis existentes e apoiar a estruturação de conselhos, por exemplo.

O grupo definiu que serão realizados outros encontros para delinear uma metodologia de trabalho, para chegar à formação do comitê e, em consequência, à elaboração do plano municipal para a primeira infância. Serão convidados novos setores, como Defensoria Pública e Ministério Público.

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“Encerrar esse ciclo por ter diminuído drasticamente os casos de Covid-19 é algo a se comemorar”, diz secretária sobre fim da UPA de Apoio

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O fim de um serviço marca mais uma vitória. Parece estranha essa relação, mas foi às 18h de sexta-feira (15/10), que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Três Lagoas comemorou mais um avanço no combate à Pandemia do Novo Coronavírus com o fechamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Apoio que funcionava na Clínica da Criança.

A Clínica foi transformada em UPA de Apoio, também chamada por muitos de “UPinha”, devido aos altos números de infectados e internados por quadros de Síndromes Respiratórias (muitas vezes, Covid-19) em abril de 2021 e, desse modo, permitiu que a UPA 24h do Parque São Carlos atendesse exclusivamente paciente respiratórios, enquanto atendia os demais fluxos clínicos.

Em uma visita à “UPinha”, a secretária Municipal de Saúde, Elaine Fúrio, agradeceu a cada servidor que atuou no local pelo trabalho realizado durante os meses de existência do serviço.

“É um momento de muita emoção, pois passamos por situações desafiadoras e, hoje, chegar aqui e poder encerrar esse ciclo por ter diminuído drasticamente os casos de Covid-19 é algo a se comemorar, é um dia muito importante.”

Lilian Fernandes Garcia, coordenadora da UPA de apoio, profissional que inclusive inspira muito respeito e admiração em sua equipe, ressaltou que a UPA Apoio, além de representar uma melhoria no serviço em saúde, foi o que garantiu tranquilidade da população e servidores, afinal era mais acessível e sabiam que o local era destinado aos casos que não tinham sintomas respiratórios.

“Todo o trabalho feito por servidores que já estavam na Rede Municipal de Saúde, ou seja, todos vestiram a camisa para que esse serviço fosse constituído e funcionasse. O sentimento é de missão cumprida com louvor”, enfatizou a coordenadora que, agora, segue suas atividades na UPA 24h do Bairro São Carlos.

A técnica em enfermagem, Daise Cardoso Bonfim Ribeiro, destacou que trabalhar na UPA Apoio teve seus momentos de tristeza, mas que somou muito à sua profissão.

“Eu terminei o meu curso de técnica em enfermagem em fevereiro e em abril, tive a oportunidade de ser escalada para cá. Entrei sabendo o básico e os colegas todos me ajudaram a aprender muito mais nesse período, então, apesar de tudo, avalio como extremamente positivo para o meu profissional”, comentou.

Daise, que agora passará a atuar na Unidade de Saúde da Família (USF) do Novo Oeste, explicou ainda que apesar de a pandemia ser algo que assusta, ela sabia que estava segura no local, afinal, contava com todo o equipamento de proteção necessário para executar a sua função. “Tive momentos difíceis, como presenciar óbitos, por exemplo. Mas, tive muitos momentos que não têm preço, como o agradecimento de uma paciente pelo meu trabalho e a amizade aqui dentro.”

Ana Cristina Moreto, que também é técnica em enfermagem, explicou que tinha alguma experiência em fazer plantões na rede de urgência e emergência na UPA do Parque São Carlos com atenção básica, auxiliando com medicação dos pacientes, por exemplo.

“Mesmo assim, tudo parece novo, e foi um desafio estar, de fato, na linha de frente de uma rede de urgência e emergência. Isso, para mim, foi muito bom, pois permitiu que eu crescesse enquanto profissional.”

RETORNO DOS ATENDIMENTOS À CLÍNICA

Até a mudança de retorno para o prédio da Clínica da Criança, algo que está previsto para ocorrer por volta do dia 1º de novembro, os serviços especializados continuam funcionando nos locais onde foram destinados, que são:

CAPS II – terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicólogos e psiquiatra

CLÍNICA DE FISIOTERAPIA – fisioterapeuta

CLÍNICA DO IDOSO – pediatra, nutricionista e entrega de fórmulas pediátricas

CENTRO DE ESPECIALIDADES MÉDICAS- CEM – Neuropediatra

CENTRO DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS – CEO – Dentistas

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