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Próximo do PL, Bolsonaro quer Tarcísio no governo de SP e Salles no Senado

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Jair Bolsonaro e Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura
Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro e Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura

Com filiação engatilhada no PL de Valdemar da Costa Neto, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pretende fortalecer sua chapa lançando o ministro da Infraestrutura, Tarcísio dos Santos, ao governo de São Paulo, e o ex-chefe da pasta do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ao Senado. As informações são da Folha de S. Paulo.

A candidatura do ministro da Infraestrutura já conta com o aval do presidente do PL. Tarcísio, porém, é quem ainda resiste à ideia. 

Salles, por sua vez, já teria aceitado a empreitada, com a condição de que Tarcísio aceite concorrer ao governo de São Paulo. Caso contrário, o ex-ministro do Meio Ambiente prefere se lançar à Câmara dos Deputados.

Bolsonaro não abre mão de ter um palanque forte em São Paulo — estado considerado ‘chave’ para a reeleição do chefe do Executivo. Tarcísio, no entanto, estaria mais disposto a concorrer ao Senado por Mato Grosso ou Goiás, estados onde acredita ter maior viabilidade eleitoral.


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Apesar de ter aceitado as exigências de Bolsonaro, interlocutores acreditam que Valdemar da Costa Neto seguirá trabalhando pela candidatura de Rodrigo Garcia (PSDB), atual vice de Doria, ao governo de São Paulo.

O acordo entre os dois já estava feito antes de Bolsonaro se aproximar do partido.

Em Goiás, Bolsonaro deseja ter o deputado Major Vitor Hugo (PSL) como candidato ao governo. O PL, porém, quer apoiar o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, que recentemente deixou o MDB.



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Mendonça diz à CCJ que defenderá o casamento de pessoas do mesmo sexo

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André Mendonça em sabatina na CCJ do Senado
reprodução/tv senado

André Mendonça em sabatina na CCJ do Senado

Em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira (1), o segundo indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao Supremo, André Mendonça, disse que, caso seja aprovado na Corte, defenderá o direito de do casamento civil de pessoas do mesmo sexo.

“O casamento civil, eu tenho minha concepção de fé específica. Como magistrado da Suprema Corte, isso tem que estar abstraído, tenho que me pautar pela Constituição. Eu defenderei o direito constitucional do casamento civil de pessoas do mesmo sexo”, disse, após o assunto ser provocado pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES).

A resposta, porém, veio após o sabatinado ter se esquivado em um primeiro momento, ao ter dito apenas que respeitaria Contarato e sua família. O senador da Rede é casado com um homem e  recentemente teve sua família atacada nas redes sociais por conta de sua orientação sexual.

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“Espere de mim não compactuar com a discriminação, me permita integrar todos os direitos da comunidade LGBTQIA+, dos indígenas, mulheres, crianças e idosos, de buscar garantir esses direitos. Faço esse compromisso com Vossa Excelência e com o país”, complementou Mendonça.

No início da sessão, o ex-advogado geral da União, classificado por Bolsonaro como “terrivelmente evangélico” , também se comprometeu a defender o Estado laico. 

A sabatina de Mendonça deverá se estender até à noite. Ao final da sessão, o ex-ministro enfrentará uma votação na qual participarão os 27 senadores da comissão. Caso haja maioria simples de votos favoráveis, o parecer é encaminhado ao Plenário do Senado para votação secreta — etapa que pode ou não ser concluída ainda hoje.

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