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Moro é pré-candidato mais competitivo em 2º turno contra Lula, mas ainda perde

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Sergio Moro
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

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Após se filiar ao Podemos, o ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro  começou a crescer nas pesquisas de intenção de voto para as eleições de 2022. Com isso, ele se tornou o pré-candidato mais competitivo em um eventual segundo turno contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A diferença é de 48% a 31%, 17 pontos percentuais, o que mostra a larga vantagem do petista, segundo o levantamento PoderData. Mas a situação de Moro é um pouco mais favorável que a do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que perderia para Lula por 54% a 31%, se a eleição fosse hoje.

No caso do atual mandatário, essa distância só aumentou. A pesquisa feita há um mês indicava diferença de 15 pontos percentuais entre os dois.

No levantamento apurado agora, entre segunda (22) e quarta-feira (24), o Poder também testou Lula contra os governadores de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, além do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

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Contra os tucanos, a diferença seria a mesma dentro da margem de erro – 47% a 24% contra Doria e 50% a 20% com Leite. Os dois disputam as prévias do PSDB , eleição interna que vai definir qual deles irá representar o partido no pleito presidencial. 

Já Pacheco é cotado como potencial pré-candidato pelo PSD. Ainda sem se colocar como pré-candidato ao Palácio do Planalto, ele é o que menos pontua contra Lula, com 14% das intenções de voto, enquanto o ex-presidente marca 53%.


A pesquisa PoderData foi feita a partir de 2.500 entrevistas realizadas por telefone, com pessoas espalhadas em 459 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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Mendonça diz à CCJ que defenderá o casamento de pessoas do mesmo sexo

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André Mendonça em sabatina na CCJ do Senado
reprodução/tv senado

André Mendonça em sabatina na CCJ do Senado

Em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira (1), o segundo indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao Supremo, André Mendonça, disse que, caso seja aprovado na Corte, defenderá o direito de do casamento civil de pessoas do mesmo sexo.

“O casamento civil, eu tenho minha concepção de fé específica. Como magistrado da Suprema Corte, isso tem que estar abstraído, tenho que me pautar pela Constituição. Eu defenderei o direito constitucional do casamento civil de pessoas do mesmo sexo”, disse, após o assunto ser provocado pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES).

A resposta, porém, veio após o sabatinado ter se esquivado em um primeiro momento, ao ter dito apenas que respeitaria Contarato e sua família. O senador da Rede é casado com um homem e  recentemente teve sua família atacada nas redes sociais por conta de sua orientação sexual.

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“Espere de mim não compactuar com a discriminação, me permita integrar todos os direitos da comunidade LGBTQIA+, dos indígenas, mulheres, crianças e idosos, de buscar garantir esses direitos. Faço esse compromisso com Vossa Excelência e com o país”, complementou Mendonça.

No início da sessão, o ex-advogado geral da União, classificado por Bolsonaro como “terrivelmente evangélico” , também se comprometeu a defender o Estado laico. 

A sabatina de Mendonça deverá se estender até à noite. Ao final da sessão, o ex-ministro enfrentará uma votação na qual participarão os 27 senadores da comissão. Caso haja maioria simples de votos favoráveis, o parecer é encaminhado ao Plenário do Senado para votação secreta — etapa que pode ou não ser concluída ainda hoje.

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