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Mensalidade em universidades públicas já foi defendida por Alckmin

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Geraldo Alckmin, candidato à vice-presidência na chapa de Lula (PT)
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Geraldo Alckmin, candidato à vice-presidência na chapa de Lula (PT)

Candidato à vice-presidência na chapa de Lula (PT) , o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB) jé defendeu a possibilidade de cobrança de mensalidade em universidades públicas. Em sabatina promovida pela GloboNews em 2018, o ex-tucano disse que não descartava a possibilidade de acabar com a total gratuidade nas universidades públicas.

Alckmin afirmou, na época, que a alternativa de cobrar mensalidade de alunos mais ricos estava sendo avaliada por sua equipe. Segundo ele, o primeiro passo era instituir a cobrança na pós-graduação, a não ser para aqueles que precisam de bolsa de estudos.

“O Brasil não investe pouco, é 6% do PIB em educação. Precisa ter uma melhor gestão. Pode ser discutido o pagamento por alunos mais ricos. Não temos nada fechado sobre isso, há um grupo estudando essa questão. Você pode estabelecer uma faixa de alunos mais ricos que pagam mensalidade. Acho que é um tema a ser aprofundado, não descarto”, explicou Alckmin.

Veja fotos do lançamento da pré-candidatura de Lula à presidência da República Lula critica privatizações, prega união de democratas e diz não ter desejo de vingança.

Tramita na Câmara dos Deputados uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para que universidades públicas cobrem mensalidade dos estudantes. De acordo com o projeto, que seria discutido na terça-feira na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o curso seria gratuito somente para os alunos que comprovarem não ter recursos financeiros.

Como o relator do tema, Kim Kataguiri (União-SP), está de licença médica, houve acordo para retirada de pauta. Além disso, um requerimento da deputada Maria do Rosário (PT-RS) foi aprovado para que haja realização de audiência pública antes que o tema seja pautado novamente na comissão.

Nas redes sociais, líderes do Partido dos Trabalhadores criticaram a possibilidade de aprovação da proposta, como a deputada federal Gleisi Hoffmann:

“Enquanto Lula criou 18 novas universidades federais, 173 campus e centenas de institutos de ensino, bolsonaristas e neoliberais na Câmara querem cobrar mensalidade”, disse.

O deputado federal Paulo Pimenta, por outro lado, publicou um vídeo em seu perfil no Twitter afirmando que a PEC é a “porta de entrada para a privatização do ensino público, como querem fazer com o SUS”. Na sequência, publicou:

“Esse é o projeto do bolsonarismo, acabar com as oportunidades de quem mais precisa”.

Recém chegado no partido, o senador Fabiano Contarato disse que “essa coalizão (de governo) não cansa de sapatear na cara do Povo”. Já o senador e ex-ministro da Saúde Humberto Costa compartilhou uma imagem com os dizeres “filho de pobre vai continuar sendo doutor” e, também no Twitter, comemorou o adiamento das tratativas sobre o assunto.

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POLÍTICA NACIONAL

Garcia afirma que Zeina Latif vai coordenar seu programa de governo

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O governador Rodrigo Garcia, que tenta subir nas pesquisas eleitorais
Reprodução/Governo de SP

O governador Rodrigo Garcia, que tenta subir nas pesquisas eleitorais

O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), afirmou que a sua secretária de Desenvolvimento Econômico, a economista Zeina Latif, será a coordenadora do seu programa de governo na campanha pela reeleição ao Palácio dos Bandeirantes em 2022.

A afirmação foi feita em entrevista ao vivo para o programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta segunda-feira, 4. No mesmo bloco da atração, Garcia foi questionado por suas ações para combater a desigualdade de gênero. Como resposta, ressaltou as mulheres que nomeou para cargos de chefia. 

Segundo o governador, mais de 60% dos cargos de chefia do governo de São Paulo são de mulheres atualmente. Garcia ainda afirmou que gostaria de ter uma mulher como vice em sua chapa. “Isso chega a ser um sonho, que vai ser adaptado aos partidos políticos”, disse.

Apesar do discurso, ao ser questionado sobre o direito das mulheres na questão do aborto, Garcia disse ser a favor da legislação atual e fugiu das perguntas mais incisivas, evitando se colocar contra ou a favor a interrupção de gestações por escolha da mulher.

Fonte: IG Política

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