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Iniciativa privada poderá negociar compra de vacinas contra Covid, diz Pacheco

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Presidente do Senado diz que as iniciativas privadas poderão adquirir as vacinas contra a Covid-19
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Presidente do Senado diz que as iniciativas privadas poderão adquirir as vacinas contra a Covid-19

Na tarde desta segunda-feira (22), em entrevista coletiva, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que há a possibilidade da  iniciativa privada  adquirir as vacinas contra a Covid-19 , como um “caminho inteligente” para “vacinar todo o povo brasileiro”.

Após se reunir com representantes das farmacêuticas Pfizer e Janssen nesta segunda, Pacheco se encontrou com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello na parte da tarde para negociar a compra de vacinas.

“Há inúmeros segmentos da iniciativa privada dispostos a auxiliar na aquisição dessas vacinas e contribuir para o país. É óbvio que vamos construir de uma forma que preserve o Programa Nacional de Vacinação, que preserve o Sistema Único de Saúde (SUS), que obedeça às prioridades do Brasil, para que não haja sacrifício a essas prioridades”, disse o presidente do Senado.

“São contratos muito exigentes dessas empresas para poder vender essas vacinas”, acrescentou. O senador disse que também irá conversar com o presidente da Câmara, Arthur Lira, sobre as possibilidades levantadas na reunião.

De acordo com o senador, essa medida fará com que a escala de vacinação seja ainda maior no país, mas reforçou que as iniciativas privadas que quiserem contribuir com a ação, devem respeitar as regras do Programa Nacional de Vacinação.

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Conselho de Ética define relatores de processos contra Silveira e Flordelis

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Casos devem tramitar de forma simultânea no Conselho de Ética
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Casos devem tramitar de forma simultânea no Conselho de Ética











Os deputados Fernando Rodolfo (PL-PE) e Alexandre Leite (DEM-SP) serão os relatores dos processos por quebra de decoro parlamentar contra Daniel Silveira (PSL-RJ) e Flordelis (PSD-RJ) no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados . A escolha foi anunciada hoje (24) pelo presidente do colegiado, Juscelino Filho (DEM-MA).

Com a designação dos relatores, os deputados agora terão dez dias úteis para apresentar sua defesa, com o direito de arrolar até oito testemunhas. Os processos no Conselho de Ética têm que ser finalizados em até 60 dias úteis. Antes do fim do prazo, os relatores deverão apresentar um parecer que será votado. Entre as punições estão a aplicação de censura, verbal ou escrita; a suspensão de prerrogativas regimentais; a suspensão temporária do exercício do mandato ou a perda do mandato parlamentar.

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Se o parecer pedir a cassação do mandato e for aprovado pelo conselho, a decisão final caberá ao plenário da Câmara. Para cassar o mandato parlamentar, são necessários os votos de, no mínimo, 257 deputados.A representação contra Daniel Silveira foi formulada pela Mesa Diretora da Câmara. Além disso, seis partidos apresentaram um documento pedindo a cassação do deputado.

Silveira será investigado em razão da conduta registrada em um vídeo onde faz agressões verbais e de incitação à violência contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). No vídeo, o deputado também exaltou o Ato Institucional nº 5 (AI-5), baixado em 13 de dezembro de 1968, que fechou o Congresso e cassou mandatos de juízes e parlamentares.

Na reunião, o presidente do colegiado sorteou o nome de três parlamentares que poderiam relatar o processo. Foram sorteados os deputados Professora Rosa Neide (PT-MT), Fernando Rodolfo (PL-PE) e Luiz Carlos (PSDB-AP).Daniel Silveira está preso desde terça-feira (16), após divulgar o vídeo com ataques aos ministros do STF.

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O parlamentar chegou a pedir, por meio de sua defesa, para participar presencialmente das reuniões do Conselho de Ética. O pedido foi negado pelo presidente do colegiado, com o argumento de que Silveira poderá participar das reuniões por videoconferência. O ministro relator [da prisão] no STF, Alexandre de Moraes, já autorizou o deputado Daniel Silveira a participar das reuniões por meio de videoconferência.

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“A participação não acarreta nenhum prejuízo, podendo o representado praticar todos os atos em sua defesa pessoalmente por meio de videoconferência”, disse.


Flordelis

A representação contra a deputada Flordelis também foi elaborada pela Mesa Diretora da Casa em outubro do ano passado. Flordelis é acusada de mandar matar o marido, o pastor Anderson do Carmo, no dia 16 de junho de 2019, na casa da família em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro.

A deputada teve suspenso o exercício das funções públicas, em decisão tomada ontem (23) pelos desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Caberá agora, à Câmara dos Deputados decidir se mantém Flordelis afastada da função parlamentar.

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