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Covid-19: Pacheco quer que estados e municípios assumam riscos das vacinas

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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG)
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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG)

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) declarou em entrevista coletiva nesta segunda (22) que estados e municípios poderão comprar doses da vacina contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2), desde que assumam o risco de eventuais efeitos colaterais dos imunizantes.

 Ao lado do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente, Pacheco informou que nesta manhã se reuniu com representantes da Pfizer e da Jansen, após o líder da oposição, Randolfe Rodrigues (REDE-AP) solicitar o encontro.

“Identificamos um caminho inteligente, que eu considero inteligente e seguro, que é uma alternativa legislativa. Um projeto legislativo que será concebido ainda hoje no Senado para que encontremos um caminho que autorize a união, mas também estados e municípios assumirem a compra das vacinas possam constituir garantias, calções, seguros”, afirma o presidente do Senado.

Questionado sobre declarações feitas pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, referentes aos contratos propostos pela Pfizer para que o governo efetuasse a compra das vacinas, chamando-as de “absurdas” e “leoninas”, Pacheco ponderou:

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“São regras uniformes para todos os clientes e países. Cabe ao governo federal e ao congresso encontrarem soluções para aderirmos às cláusulas”, mas considerou os contratos sendo “muito exigentes”.

Além da possibilidade de compra por parte de governos estaduais e municipais, Rodrigo ventilou a possibilidade da iniciativa privada participar da compra dos imunizantes.

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Conselho de Ética define relatores de processos contra Silveira e Flordelis

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Casos devem tramitar de forma simultânea no Conselho de Ética
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Casos devem tramitar de forma simultânea no Conselho de Ética











Os deputados Fernando Rodolfo (PL-PE) e Alexandre Leite (DEM-SP) serão os relatores dos processos por quebra de decoro parlamentar contra Daniel Silveira (PSL-RJ) e Flordelis (PSD-RJ) no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados . A escolha foi anunciada hoje (24) pelo presidente do colegiado, Juscelino Filho (DEM-MA).

Com a designação dos relatores, os deputados agora terão dez dias úteis para apresentar sua defesa, com o direito de arrolar até oito testemunhas. Os processos no Conselho de Ética têm que ser finalizados em até 60 dias úteis. Antes do fim do prazo, os relatores deverão apresentar um parecer que será votado. Entre as punições estão a aplicação de censura, verbal ou escrita; a suspensão de prerrogativas regimentais; a suspensão temporária do exercício do mandato ou a perda do mandato parlamentar.

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Se o parecer pedir a cassação do mandato e for aprovado pelo conselho, a decisão final caberá ao plenário da Câmara. Para cassar o mandato parlamentar, são necessários os votos de, no mínimo, 257 deputados.A representação contra Daniel Silveira foi formulada pela Mesa Diretora da Câmara. Além disso, seis partidos apresentaram um documento pedindo a cassação do deputado.

Silveira será investigado em razão da conduta registrada em um vídeo onde faz agressões verbais e de incitação à violência contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). No vídeo, o deputado também exaltou o Ato Institucional nº 5 (AI-5), baixado em 13 de dezembro de 1968, que fechou o Congresso e cassou mandatos de juízes e parlamentares.

Na reunião, o presidente do colegiado sorteou o nome de três parlamentares que poderiam relatar o processo. Foram sorteados os deputados Professora Rosa Neide (PT-MT), Fernando Rodolfo (PL-PE) e Luiz Carlos (PSDB-AP).Daniel Silveira está preso desde terça-feira (16), após divulgar o vídeo com ataques aos ministros do STF.

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O parlamentar chegou a pedir, por meio de sua defesa, para participar presencialmente das reuniões do Conselho de Ética. O pedido foi negado pelo presidente do colegiado, com o argumento de que Silveira poderá participar das reuniões por videoconferência. O ministro relator [da prisão] no STF, Alexandre de Moraes, já autorizou o deputado Daniel Silveira a participar das reuniões por meio de videoconferência.

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“A participação não acarreta nenhum prejuízo, podendo o representado praticar todos os atos em sua defesa pessoalmente por meio de videoconferência”, disse.


Flordelis

A representação contra a deputada Flordelis também foi elaborada pela Mesa Diretora da Casa em outubro do ano passado. Flordelis é acusada de mandar matar o marido, o pastor Anderson do Carmo, no dia 16 de junho de 2019, na casa da família em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro.

A deputada teve suspenso o exercício das funções públicas, em decisão tomada ontem (23) pelos desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Caberá agora, à Câmara dos Deputados decidir se mantém Flordelis afastada da função parlamentar.

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