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Programa Vida Saudável traz entrevista com infectologista sobre o vírus monkeypox

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Após a pandemia de covid-19, as atenções do Brasil e do mundo voltam-se para um outro vírus: o monkeypox, cujo avanço tem despertado preocupação desde maio deste ano e recentemente se tornou uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. A decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de declarar uma nova emergência sanitária em nível global foi anunciada em 23 de julho.

Na maioria dos casos, a doença causada por vírus infectocontagioso, não traz consequências graves ao paciente. No entanto, a melhor forma de evitá-la é por meio da informação. Para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto, o programa Vida Saudável da Rádio ALEMS, que vai ao nesta sexta-feira (5), traz uma entrevista com o infectologista da Unimed Campo Grande, Maurício Pompilio. 

De acordo com o especialista, a doença que inicialmente ficou conhecida como varíola dos macacos, não está associada aos primatas. “Ela acabou levando esse nome devido ao fato do vírus ser isolado primariamente em macacos que haviam sido transferidos da África para outras regiões, porém já na década de 70 esse vírus foi isolado em humanos”, explica. 

Maurício Pompilio relata que desta vez o vírus ganhou uma proporção maior, pelo fato das primeiras ocorrências serem registradas na Europa, sendo que atualmente mais de 80 países já possuem casos registrados de monkeypox somente neste ano. “Precisamos ficar atentos principalmente quanto as formas de contágio que vão desde o contato pele a pele, através de abraços, aperto de mão com um indivíduo infectado, por exemplo. Outra maneira de proliferação da doença são as vias respiratórias, por gotículas de saliva e fluidos corporais, mas também por contato indireto, quando tocamos superfícies ou objetos infectados”, pontua.

Além de conhecer as formas de contaminação, para se proteger e proteger as pessoas ao seu redor, é preciso também saber identificar os sintomas da varíola dos macacos. O infectologista da Unimed Campo Grande relata os sintomas da doença, que começa muito parecida com uma virose: febre, fraqueza e mal-estar, dor de cabeça e no corpo, mas na sequência serão identificadas lesões na pele. 

“Inicialmente, elas têm o aspecto de mordidas de mosquito, depois, elas crescem e viram vesículas parecidas com aquelas causadas pela catapora, com conteúdo líquido transparente. As lesões crescem juntas, ao mesmo tempo e seguindo o mesmo padrão, depois elas vão ficando opacas como uma bolha, que sequencialmente rompe e forma uma feridinha e uma casquinha. Só no momento em que as casquinhas caem é que você efetivamente não contamina mais ninguém, e o ciclo da doença acabou”, destaca Mauricio Pompilio. 

Ainda conforme o médico infectologista, ao identificar a doença a pessoa não pode se desesperar, uma vez que na maioria dos casos, ela será curada. Ao identificar qualquer sintoma, é importante procurar a unidade de saúde mais próxima para receber as orientações e realizar os procedimentos para confirmar se realmente está infectado. “O exame é bem simples. É uma coleta com cotonete, como aquele swab que a gente faz na garganta ou no nariz no caso de covid, só que feita na lesão da pele”.

Sobre como evitar o contágio o especialista faz algumas orientações para população sul-mato-grossense, entre eles conversar de temas relacionados a esse vírus para quebrar os tabus, pois muitas pessoas acreditam que essa doença é transmitida somente por meio de relações sexuais, tanto que não é verdade, já que existem casos de crianças infectadas. “Manter o distanciamento, a higienização constante das mãos e usar a máscara de proteção, são formas de evitar o contágio”, destaca. 

Para saber mais sobre a varíola dos macacos clique aqui e ouça a entrevista na íntegra com o infectologista da Unimed Campo Grande, Maurício Pompilio.

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

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Aleitamento materno é tema do programa Vida Saudável da Radio ALEMS

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O programa Vida Saudável da Rádio ALEMS, que vai ao ar nesta sexta-feira (12), traz uma entrevista com a ginecologista e obstetra da Unimed Campo Grande, Rubia da Silva Borges. A especialista destaca, durante o bate-papo, a importância do aleitamento materno. Afinal estamos no mês de agosto, também chamado de Agosto Dourado, que simboliza a luta pelo incentivo à amamentação. No Brasil desde a década de 1990 o Ministério da Saúde faz campanhas nacionais para auxiliar as mães lactantes.

A ginecologista e obstetra Rubia da Silva Borges Loureiro explica que os primeiros meses de vida de um recém-nascido demandam muito cuidado, e que o leite humano é considerado, por sua composição de nutrientes, um alimento completo e suficiente para garantir o desenvolvimento saudável do bebê. “É recomendado que as crianças sejam alimentadas exclusivamente com leite materno nos primeiros seis meses de vida”, pontua.

A médica, na entrevista, traz à tona um tema que é muito comum de ser comentado com as mães no período de amamentação, “frases como ‘seu leite é fraco ou pouco’, ‘ele chora de fome’, entre tantas outras, isso acaba contribuindo para que a mãe não persista nesse projeto de amamentar seu bebê”. Segundo ela, na prática, as pessoas podem ajudar, mas de diferentes formas. “Pessoas têm a necessidade de oferecer uma palavra de ajuda, porém, muitas vezes, o que a puérpera precisa é de uma ajuda prática, que pode ser o preparo de uma alimentação saudável, cuidados com o bebê para algumas horas de sono, entre outras atitudes”.

Outro assunto abordado pela ginecologista e obstetra Rubia da Silva Borges Loureiro está relacionado a importância de se ter um pai companheiro e uma rede de apoio presente (familiares e amigos), que podem e devem auxiliar essa mãe, tornando essa temporada de amamentação menos cansativa, pois ela demanda tempo, esforço e muita dedicação.

“O parceiro ou parceira, tem papel fundamental na vida de uma família, seja de pai ou de mãe, diferente da rede de apoio, já que esta faz muita diferença no puerpério, principalmente no início, pois o cansaço, por exemplo, prejudica o sucesso do aleitamento materno. Se tivermos uma ‘rede de apoio que não apoia’ a amamentação, a chance de não dar certo é muito grande”, comenta a especialista.

Durante o bate-papo, a especialista também compartilha algumas dicas que podem contribuir com as mães que amamentam ou mesmo que estão no puerpério. Para acessar e ouvir o Programa Vida Saudável, com a ginecologista e obstetra da Unimed Campo Grande, Rubia da Silva Borges, clique aqui.

Fonte: Assembleia Legislativa de MS

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