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Programa “Perspectiva” aborda sobre atuação de entidade no combate ao suicídio

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Em sua nova edição, o Programa “Perspectiva”, da TV Alems, leva ao público o trabalho do Grupo Amor Vida (GAV) responsável por realizar atendimentos e acolhimento por meio de chamadas telefônicas de pessoas que buscam apoio emocional.

Atualmente o Grupo conta com cerca de 70 voluntários preparados para lidar com os assuntos particulares das pessoas que procuram pelo serviço. Muitos desses atendimentos contribuem na queda dos índices de suicídio em Mato Grosso do Sul.

Nessa edição, a jornalista Lívia Machado conversou com o presidente da Instituição, Gerson Mardine Fraulob, que fez um resumo sobre o histórico da entidade, bem como os avanços e principais dificuldades enfrentadas.

O GAV agora divulga um novo canal para receber ligações, é o 0800 750 5554. Um meio rápido e gratuito, e que também gera mais conforto e rapidez aos atendentes. O número de telefone está sendo amplamente divulgado para que nenhum interessado deixe de receber o suporte que precisa.

O Programa “Perspectiva” vai ao ar pela TV Alems, no Canal da Net, Youtube e Spotify da Casa de Leis, além da TV Educativa de Mato Grosso do Sul, no Canal 4.1.

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“Permissão para homeschooling é retrocesso no Brasil”, considera Kemp

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Com a aprovação do texto-base do projeto de lei que regulamenta a educação domiciliar no Brasil, chamada homeschooling, nesta semana pela Câmara Federal, o deputado Pedro Kemp (PT), usou a tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), para pedir mobilização dos deputados estaduais para pressionar a bancada federal pela rejeição da proposta, que agora segue para análise do Senado.

Na visão de Kemp, que preside a Comissão Permanente de Educação da ALEMS, permitir que os pais sejam os responsáveis pela educação base dos filhos, sem a obrigatoriedade da presença escolar, é um retrocesso para o país. “A aprovação e seguinte sanção significaria um dano ao país, que já tem uma educação com problemas de reprovação, de evasão escolar, que também viu na pandemia, com crianças praticamente um ano e meio, dois anos em casa, com sérias dificuldades com a educação remota. Sem acesso a computadores, internet de qualidade, pais sobrevivendo, tentando acompanhar o ensino. As escolas indígenas ou rurais tiveram que fazer entrega de atividades por escrito, sendo a maneira que encontraram para poder garantir alguma atividade”, argumentou o deputado.

Ao comparar a realidade enfrentada na pandemia, Kemp ainda afirmou que vê a intenção da diminuição de custos públicos com a educação. “O que eles querem? É diminuir aos poucos a presença de alunos e professores. A situação é grave. Já temos um número defasado, mais contratados que concursados. Precisamos fazer pressão junto aos senadores, à bancada para que isso não passe. O projeto ainda prevê que os pais deverão ser formados no ensino superior, mas as camadas mais pobres não terão condições de fazer isso”, ressaltou.

O deputado Gerson Claro (PP) concordou. “Também considero um retrocesso. A experiência na pandemia é clara nisso, que a realidade brasileira não chegou no Congresso Nacional. Aprovando como se tivéssemos na família brasileira condições para fazer isso. A educação formal tem que ser realizada com a equipe técnica, que ainda assim precisa muito melhorar a qualidade. Fica aqui minha manifestação contra esse absurdo de projeto”, afirmou.

Para o deputado Professor Rinaldo (Podemos) as consequências serão ainda mais prejudiciais. “Só com a pandemia eu já vejo um estrago grande, muito especialmente na Educação. Vamos precisar aí de uma década para recuperar, estratosférico tamanha a problemática, sobretudo nas séries iniciais. Os alunos não aprenderam nada. Os professores com problemas psicológicos, depressão e tivemos alto índice de suicídio com adolescentes. Não acredito que o projeto vai resolver algum problema. O aluno precisa do relacionamento que faz parte também do ensino e aprendizagem. Não é dessa forma que resolveremos a Educação”, considerou.

Para o deputado Zé Teixeira (PSDB) é preciso mais gestão e respeito. “Quando nós íamos na escola o professor é autoridade. O diretor então era autoridade máxima, tinha muito respeito, que hoje falta. Hoje existe uma lotação na sala de aula e uma má gestão na Educação que eu não me conformo. Psicólogo dando aula de Matemática. Precisamos melhorar a gestão também”, ponderou.

Acompanhe a tramitação do projeto no Congresso Nacional clicando aqui.

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