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Presidente dos EUA testa positivo para Covid de novo e cancela viagens

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, testou positivo novamente para Covid-19 neste sábado, de acordo com um comunicado da Casa Branca, embora não esteja apresentando sintomas e se sinta “muito bem”.

Biden, que testou positivo para a doença há nove dias, mas deu negativo duas vezes no início desta semana, retomará os procedimentos de isolamento. Acredita-se que seu teste positivo seja um “rebote” experimentado por alguns pacientes com a doença, de acordo com o médico da Casa Branca, Kevin O’Connor.

Biden tuitou sobre o novo teste, dizendo que isso pode acontecer com uma “pequena minoria de pessoas”.

“Não tenho sintomas, mas vou me isolar para a segurança de todos ao meu redor. Ainda estou no trabalho e voltarei à estrada em breve”, escreveu no Twitter.

A Casa Branca afirmou que Biden cancelou viagens que faria aos Estados norte-americanos de Delaware e Michigan na próxima semana e que ele ficará isolado até testar negativo novamente.

O’Connor disse que Biden, que tem 79 anos, testou negativo nos últimos quatro dias e não há planos para reiniciar o tratamento devido à falta de sintomas.

Biden descreveu anteriormente sua experiência com Covid como leve, dizendo que conseguiu continuar trabalhando enquanto estava isolado e atribuiu sua relativa facilidade com a doença a vacinas e outros tratamentos.

O’Connor havia dito anteriormente que Biden seria testado regularmente para observar um possível caso de “rebote” de Covid-19, que pode ser experimentado por alguns pacientes que foram tratados com Paxlovid, o medicamento que o presidente recebeu.

Fonte: EBC Internacional

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Países ocidentais prometem 1,5 bi de euros em auxílio à Ucrânia

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Países ocidentais se comprometeram nesta quinta-feira (11) a oferecer mais de 1,5 bilhão de euros em dinheiro, equipamentos e treinamento para aumentar as capacidades militares da Ucrânia, que está em guerra contra a Rússia. A informação é do ministro da Defesa da Dinamarca, Morten Bodskov. 

O dinheiro, que foi prometido por um grupo de 26 países em uma conferência em Copenhague, será utilizado para fornecer armamentos, mísseis e munições existentes, para aumentar a produção de armas para a Ucrânia, treinar soldados ucranianos, e retirar minas terrestres de regiões do país destruídas pela guerra. 

“Vamos continuar a auxiliar a Ucrânia em suas necessidades militares”, disse Bodskov a jornalistas no final da conferência que reuniu ministros da área de Defesa da Europa para discutir apoio de longo prazo para a defesa ucraniana contra a invasão russa. 

Os ministros da Defesa de Polônia, Eslováquia e República Tcheca sinalizaram disposição para expandir as produções de sistemas de artilharia, munição e outros equipamentos militares para a Ucrânia, afirmou Bodskov. 

O Reino Unido, que já doou sistemas avançados de armas à Ucrânia e ofereceu milhares de suas tropas em treinamentos militares, prometeu na quinta-feira uma verba adicional de 300 milhões de euros em sistemas de lançamentos de foguetes múltiplos e mísseis guiados M31A1, que podem atingir alvos a até 80 quilômetros de distância. 

“O presidente Putin apostava que em agosto nós estaríamos cansados do conflito e a comunidade internacional teria se espalhado em direções diferentes. Bem, hoje provamos o oposto”, disse o secretário de Defesa do Reino Unido, Ben Wallace. 

Fonte: EBC Internacional

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