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Haiti nomeia novo primeiro-ministro após assassinato de presidente

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 O governo do Haiti nomeou formalmente nesta terça-feira (20) Ariel Henry como seu novo primeiro-ministro, quase duas semanas após o presidente Jovenel Moise ser assassinado em uma trama que provavelmente se estende para além das fronteiras do país caribenho.

Henry assumiu o papel de líder de fato do país mais pobre do Hemisfério Ocidental em uma cerimônia na capital Porto Príncipe, onde começou seu discurso de posse com um minuto de silêncio pelo presidente assassinado.

O Haiti tem tido dificuldades para controlar o momento de desordem abastecido por gangues violentas e Henry disse que quer criar condições para que o maior número de pessoas consiga votar nas eleições marcadas para o mês de setembro.

“É um momento para união e estabilidade”, disse Henry.

O antecessor, agora ex-primeiro-ministro Claude Joseph, afirmou que a indicação de Henry tem a intenção de facilitar as eleições, que foram realizadas pela última vez em 2016. Ele também alertou para a difícil tarefa adiante.

“Você está herdando uma situação de exceção, caracterizada pela ausência de um presidente para servir como seu escudo, uma crise política sem precedentes na história do país, a insegurança galopante, e uma situação econômica precária e morosa”, disse Joseph.

Tanto Henry quanto Joseph ressaltaram que o governo precisa restaurar a ordem e a segurança, assim como fortalecer a economia debilitada pelo crime e pela pandemia de coronavírus.

A cerimônia desta terça-feira coincidiu o início da cerimônia fúnebre para Moise, que foi morto no dia 7 de julho no meio da noite em sua residência particular em Porto Príncipe por um grupo de mais de 20 pessoas, a maioria delas mercenários colombianos.

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Estados Unidos lançam ataques aéreos em apoio às forças afegãs

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Os Estados Unidos realizaram ataques aéreos para apoiar forças do governo do Afeganistão que estão pressionadas pelo Talibã, enquanto forças estrangeiras lideradas pelos EUA cumprem as últimas etapas da sua retirada do país.

O porta-voz do Pentágono, John Kirby, disse a repórteres que os ataques aéreos foram em apoio às forças de segurança afegãs nos últimos dias, mas não deu detalhes.

O Talibã, através de seu porta-voz, Zabihullah Mujahid, afirmou que os ataques foram feitos na noite de quarta-feira (21) nos arredores da cidade de Kandahar, no sul, matando três dos seus combatentes e destruindo dois veículos.

“Confirmamos esses ataques aéreos e os condenamos da maneira mais forte possível. É um ataque em clara violação ao acordo de Doha porque eles não podem realizar operações após maio”, disse, referindo-se ao acordo entre EUA e o Talibã que abriu o caminho para a retirada das forças norte-americanas.

“Se eles conduzem qualquer operação, serão responsáveis pelas consequências,” acrescentou. A agência de notícias Reuters não conseguiu contactar imediatamente um porta-voz das forças dos EUA no Afeganistão para confirmar a hora e o local dos ataques.

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