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Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde é reeleito

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Os membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) reelegeram Tedros Adhanom Ghebreyesus como diretor-geral, por uma ampla maioria, para mais um mandato de cinco anos, disse o presidente da Assembleia Mundial da Saúde, Ahmed Robleh Abdilleh, nesta terça-feira (24).

A votação realizada com voto secreto durante uma grande reunião anual foi uma formalidade, uma vez que Tedros era o único candidato na disputa.

Ministros e delegados se revezaram para apertar a mão e abraçar Tedros, um ex-ministro da saúde da Etiópia, que dirigiu a agência da ONU durante um período turbulento dominado pela pandemia de covid-19. O presidente da assembleia teve que usar um martelo várias vezes para interromper os aplausos.

Dirigindo-se à assembleia logo após sua reeleição, Tedros disse que o foco da OMS será na preparação para emergências e na melhoria da agência.

“Esta pandemia foi muito sem precedentes e trouxe muitas lições que devemos aprender e estamos aprendendo. Mas, ao mesmo tempo, não podemos apenas parar, aprender e implementar…  em vez de fazer uma pausa para aprender, estamos dizendo enquanto aprendemos, vamos implementar.”

O recém-reeleito chefe da OMS chorou ao falar sobre a atual crise na Ucrânia e a morte de seu irmão mais novo por uma doença infantil em meio à guerra e à pobreza décadas atrás.

“Quando visitei a Ucrânia, vi especialmente as crianças. Foi a imagem de mais de 50 anos atrás que me veio à mente, tão visível, tão perseguidora. O cheiro, o som e a imagem da guerra. Não quero que aconteça com ninguém.”

Vários países, incluindo Alemanha e Estados Unidos, foram rápidos em dar os parabéns.

“Acabou de ser reeleito como diretor-geral da OMS: @DrTedros. 155/160 votos, resultado espetacular. Parabéns, plenamente merecido.”

A Alemanha ultrapassou recentemente os Estados Unidos como o principal doador da agência de saúde da ONU.

Edição: Denise Griesinger

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Brasileiros são bem-vindos em Portugal, diz presidente português

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Os brasileiros são bem-vindos em Portugal, inclusive dispondo de novas leis que facilitam a entrada e a procura por trabalho, afirmou o presidente português, Marcelo Rebelo de Souza. Ele participou, neste sábado (2), de cerimônia alusiva ao centenário da primeira travessia aérea do Atlântico Sul, pela expedição Lusitânia, em homenagem ao então Centenário da Independência do Brasil.

“[Tem uma nova lei] que permitiu até mais uma geração adquirir a nacionalidade portuguesa. E o brasileiro tem hoje hipóteses mais amplas para poder ter a residência, para ter os seus documentos formais e poder circular na Europa”, disse o presidente, ao final da cerimônia, que contou também com a participação do prefeito do Rio, Eduardo Paes.

Rebelo de Souza destacou ainda um novo tipo de visto, que permitirá aos brasileiros entrarem em Portugal para procurar emprego: “Vai entrar em vigor o novo visto para procurar trabalho, muito brevemente”.

Perguntado como os brasileiros estão sendo recebidos em Portugal, o presidente disse que da melhor forma possível.

“Muito bem [recebidos] nos últimos anos. Cresceu o número de brasileiros para bem mais de 200 mil. Há uma cidade, que não é Lisboa ou Porto, se chama Braga, que em menos de dez anos cresceu 137% o número de brasileiros”, frisou Rebelo de Souza.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, destacou em seu discurso as ligações históricas entre os dois países e deu boas-vindas, em nome do povo brasileiro, ao presidente português e sua comitiva.

“Quero deixar as boas-vindas calorosas do povo brasileiro, que tanto admira o povo português, que tanta identidade tem, e dizer que o senhor é muito bem-vindo a este país. Recebemos o senhor de braços abertos”, disse Paes, durante a cerimônia, no 1º Distrito Naval, onde houve o descerramento de uma placa alusiva.

Travessia

Um marco para a navegação aérea mundial, de 30 de março a 17 de junho de 1922, os aviadores portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral empreenderam a primeira travessia aérea do Atlântico Sul. Partindo do Rio Tejo, em Lisboa, onde a aeronave batizada por Lusitânia, um hidroavião monomotor especialmente concebido para a ocasião, realizou o primeiro voo ligando Portugal ao Brasil, repetindo, assim, pelo ar, a viagem marítima do navegador português Pedro Álvares Cabral, alguns séculos antes.

Ao todo, a missão aérea durou 62 horas e 26 minutos, percorrendo cerca de 8.300 quilômetros, fazendo escalas em Las Palmas, Gando, São Vicente, São Tiago, Penedos de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha, no Recife, em Salvador, Porto Seguro, Vitória e, por fim, no Rio de Janeiro, que na época era a capital brasileira.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Internacional

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