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5 motivos para realizar cirurgias estéticas no inverno

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5 motivos para realizar cirurgias estéticas no inverno
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5 motivos para realizar cirurgias estéticas no inverno

Em estações mais geladas, as viciadas em skincare reclamam sobre a elasticidade da pele e como a derma fica mais seca durante essa época. Já quem acabou de passar por um procedimento estético, prefere o clima gelado, visto que a baixa temperatura pode minimizar o inchaço após cirurgias ou tratamentos, diminuindo, assim, o tempo de recuperação. Contudo, poucos sabem que, de fato, o frio de inverno é aposta certeira para extrair o melhor da beleza.

Segundo o cirurgião plástico Mário Farinazzo, a temperatura amena e a menor intensidade da radiação solar tornam a estação fria uma das melhores épocas para a realização de diversos cuidados médicos relacionados ao rejuvenescimento, tanto facial quanto corporal.

Dessa forma, saiba quais as vantagens dos dias mais frios para procedimentos estéticos:

Menos exposição solar

De acordo com o cirurgião plástico, devido aos menores índices de radiação ultravioleta no inverno, as áreas que acabaram de passar por procedimentos ficam menos expostas ao sol, o que diminui o risco do surgimento de manchas na pele e o escurecimento da cicatriz, que são complicações comuns por falta de cuidados após procedimentos.

Assim, o uso do protetor solar conforme orientação médica é inegável. Mas, ainda assim, tanto os tratamentos faciais quanto corporais são beneficiados por conta dessa menor exposição ao sol durante as estações mais frias. Desde lasers até procedimentos vasculares podem ser feitos nesse período.

Diga adeus ao inchaço!

Segundo o especialista, após cirurgias plásticas, as baixas temperaturas podem ser benéficas uma vez que minimizam inchaços após procedimentos, diminuindo, assim, o tempo de recuperação. “Isso acontece porque o calor é um dos grandes causadores do inchaço, principalmente quando o paciente já tem uma predisposição natural à retenção de líquidos”, completa Farinazzo.

Sendo assim, o frio é especialmente importante para tratamentos faciais, como a rinoplastia, procedimento que altera a estética do nariz através da manipulação de estruturas como cartilagem, osso e pele. Como o frio ainda diminui a inflamação pós-operatória, aliviando edemas, desconfortos e dores, outra ótima opção para fazer nessa época gelada é o lifiting facial, que consiste no reposicionamento de tecidos como musculatura, gordura e pele para amenizar rugas e vincos e recuperar o contorno facial.

De acordo com o médico nutrólogo Juliano Burckhardt, membro Titular da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), uma dieta balanceada com nutrientes específicos também pode ajudar no processo de desinchação. “Existem diversos alimentos que possuem capacidade antioxidante para combate do estresse oxidativo. Nutrientes como Vitamina C, Vitamina E, oligoelementos, selênio, zinco, carotenoides e polifenóis como resveratrol podem ser usados”, explica.

Porém, ainda que nutrientes isolados sirvam como antioxidantes, o ideal é investir em alimentos que sejam ricos em uma grande variedade dessas substâncias. Segundo Burckhardt, a categoria alimentícia que inclui temperos e ervas é a que contêm mais alimentos ricos em antioxidantes. Além disso, frutas vermelhas e vegetais de todas as cores, no geral, também figuram entre alimentos que contêm antioxidantes em quantidades médias e altas.

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Maior conforto

O uso de malhas compressivas, exigidas no período pós-operatório de algumas cirurgias, principalmente corporais, pode ser realmente incômodo no verão devido ao V causado pelo clima quente.

Segundo Beatriz Lassance, cirurgiã membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o frescor possibilitado pelos dias mais frios também contribui para que muitos pacientes usem as malhas de forma correta, como foi recomendado e garantindo, dessa forma, resultados satisfatórios.

Além disso, por suar menos no inverno, alguém que passou por um procedimento pode trocar os curativos com menor frequência, o que favorece o processo de cicatrização.

Mais tempo em casa

Devido às temperaturas frias, para alguns, sair da cama e de casa durante o inverno pode parecer uma tarefa impossível. No entanto, para quem já planejava realizar uma cirurgia plástica, por exemplo, vale a pena unir o útil ao agradável e aproveitar o período de recuperação necessário após a cirurgia para permanecer em casa, quentinho e em repouso.

Timing perfeito

O inverno é o melhor momento para planejar o famoso “projeto verão”. Segundo Mario Farinazzo, ele recomenda que a melhor maneira de manter a beleza ideal para o calorão, é através da realização da cirurgia plástica durante o inverno, pois, todo procedimento exige um tempo de recuperação e o intervalo entre o início dos dias frios e as festas de final de ano é o período ideal para que os resultados do procedimento apareçam por completo.

Por fim, Farinazzo ressalta que, independentemente do clima, é importante consultar um médico para a correta orientação do procedimento a ser realizado, evitando, assim, complicações.

Fontes: Mário Farinazzo, cirurgião plástico, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e chefe do setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP); Juliano Burckhardt, médico nutrólogo e cardiologista, membro Titular da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC); Beatriz Lassance, cirurgiã plástica formada na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo com residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC.

Fonte: IG Mulher

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Mulher acusa Nicki Minaj e marido de silenciá-la sobre estupro de Kenneth

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Jennifer Hough, estuprada pelo marido de Nicki Minaj, Kenneth Petty, dá primeira entrevista
Reprodução/Instagram

Jennifer Hough, estuprada pelo marido de Nicki Minaj, Kenneth Petty, dá primeira entrevista

Jennifer Hough foi  estuprada por Kenneth Petty, marido de Nicki Minaj , em 1994, a caminho da escola. Em sua primeira entrevista para a televisão, no programa The Real, que foi ao ar quarta-feira (22), ela fala que está “cansada de sentir medo” e chora ao lembrar do crime ocorrido em 1994 . Jennifer decidiu vir a público contar sua versão dos fatos, pois diz estar cansada de sentir medo das intimidações que recebe do casal.

O crime aconteceu há quase 20 anos, mas ganhou repercussão nos últimos três anos quando Nicki Minaj decidiu rebater comentários dos internautas sobre o passado criminoso do marido. Na época, ela disse que Jennifer e Kenneth tinham um relacionamento, onde ela tinha 16 anos e ele 15 anos.

Na entrevista, Hough disse que isso era mentira. Os dois tinham 16 anos e nunca tiveram um relacionamento. “Foi como reviver isso porque era uma mentira. Não era verdade. Nós dois tínhamos 16 anos. Nunca estivemos em um relacionamento. Parecia apenas de mulher para mulher, isso foi errado da parte dela, porque eu não te conheço e você não me conhece para saber se aquela declaração que você fez o mundo era verdade. Você tem 150 milhões de seguidores no [Instagram]. Todos eles acreditaram. Doeu vir de outra mulher,” finalizou.

Jennifer Hough conta que o crime aconteceu quando estava a caminho da escola e sentiu um homem (Kenneth Petty) colocar algo em suas costas – que ela presumiu ser uma arma -, levá-la à uma casa e cometer o estupro. Petty foi preso no mesmo dia por estupro de primeiro grau e mais tarde confessou o crime. Ele foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão.

Intimidação

Ela também alega se sentir ameaçada por Nicki Minaj e suas tentativas de silenciamento sobre Petty. Atualmente Jennifer move um processo contra o casal por intimidação de testemunhas, inflição intencional de sofrimento emocional, assédio, espancamento e agressão sexual e alega ter sido assediada e intimidada a não falar abertamente sobre o estupro.

“Ela me ligou e disse que tinha ouvido falar que eu estava disposta a ‘ajudá-los em uma situação’. Não entendi a que ela estava se referindo Ela se ofereceu para me levar com a minha família para Los Angeles. Eu recusei. Disse a ela, de mulher para mulher, o que aconteceu e não nos falamos mais. Depois vieram as ameaças porque eu segui dizendo ‘não’ a cada uma das ofertas, a cada procura. O último incidente foi quando um um sócio dela colocou US$ 20 mil no meu colo. E segui dizendo ‘não’”.

De acordo com a Billboard, Jennifer está sem trabalhar desde 2020 devido à depressão severa, paranoia, assédio e ameaças dos réus e seus associados, além de viver em isolamento por medo de retaliação.  

Fonte: IG Mulher

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