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Veja quais são as maiores empresas do setor de saúde listadas na B3

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Veja quais são as maiores empresas do setor de saúde listadas na Bolsa de Valores
Sophia Bernardes

Veja quais são as maiores empresas do setor de saúde listadas na Bolsa de Valores

O setor de saúde no Brasil , composto por diversas varejistas, gestoras de planos e farmacêuticas, ganhou uma grande representatividade na Bolsa de Valores brasileira (B3) no último ano.

Isso porque houve uma série de ofertas públicas iniciais (IPO) deste setor entre 2020 e 2021, como a abertura de capital da Rede D´Or. Em razão da redução da taxa de juros e o reforço na demanda de serviços, essas empresas foram incentivadas a buscar mais capital .

Além disso, outro fator relevante para a valorização do setor de saúde foi a pandemia da Covid-19. Desse modo, há uma grande expectativa no mercado de que essas companhias se consolidem cada vez mais.

Descubra quais são as maiores empresas do setor da saúde negociadas na Bolsa de Valores:

1 – Notre Dame Intermédica (GNDI3)

Em primeiro lugar, se encontra o Notre Dame Intermédica, considerado um dos maiores grupos nacionais do setor de saúde, o qual também integra um percentual de 1,568% do Ibovespa.

2 – Hypera Pharma (HYPE3)

A Hypera Pharma é líder no segmento farmacêutico da Bolsa de Valores que tem como foco o mercado de varejo. Nos últimos anos, a empresa tem atuado acima da média, com bons resultados na B3.

3 – Qualicorp (QUAL3)

Para fechar o ranking, surge a Qualicorp, que opera no segmento de planos de saúde coletivos por adesão. Isto é, integra grupos a parte da área de atuação ou profissão de forma conjunta.

Saiba mais sobre as empresas em 1Bilhão , parceiro do iG.

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Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel

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Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel
Reprodução/CNN

Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel

Alguns  grupos de caminhoneiros prometeram, após reunião no Rio de Janeiro, uma nova paralisação a partir de 1º de novembro caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo federal, entre umas das principais está a queda do preço do diesel. No encontro, associações de motoristas decidiram declarar “estado de greve” de 15 dias caso as reinvidicações não sejam ouvidas. As informações foram publicadas pelo ‘portal uol’.

Além da reivindicação para diminuir o preço do diesel, os caminhoneiros reivindicam também a “defesa da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete” e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS.

“Ficou decidido que vamos dar 15 dias para o governo responder”, declarou Luciano Santos Carvalho, do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira.

“Se não houver resposta de forma concreta em cima dos direitos do caminhoneiro autônomo, dia 1º de novembro, Brasil todo parado aí”, completou, em um vídeo feito após a reunião no Rio e que já circula pelas redes sociais.

A greve não é apoiada pela Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros). Os grupos de caminhoneiros autônomos têm ensaiado novas paralisações desde o primeiro semestre, em meio a reivindicações de direitos para os motoristas independentes e diminuição do preço do diesel.

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