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MTST invade Bolsa de Valores de SP e protesta contra fome e inflação

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Manifestantes protestaram contra preços e lucros de empresas listadas da Bolsa de Valores
Divulgação/MTST

Manifestantes protestaram contra preços e lucros de empresas listadas da Bolsa de Valores

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST) invadiram, na tarde desta quinta-feira (23), a Bolsa de Valores de São Paulo para protestarem contra os lucros de empresas e desigualdade social. Os manifestantes ocuparam a entrada principal da B3 em meio às especulações do mercado financeiro. 

Segundo a entidade, a manifestação tem objetivo de alertar autoridades sobre as demandas urgentes da sociedade, como a alta da inflação e o aumento da fome no país. Os manifestantes levaram cartazes com dizeres “Sua ação financia nossa miséria”, “Brasil tem 42 novos bilionários enquanto 19 milhões passam fome” e “Tá tudo caro e a culpa é do Bolsonaro”.

“Ocupamos a bolsa de valores de São Paulo, maior símbolo da especulação e da desigualdade social. Enquanto as empresas lucram, o povo passa fome e o trabalho é cada vez mais precário. Quem segura o Bolsonaro lá são os donos do Mercado!”, publicou o MTST, em suas redes sociais. 

Com o disparo da inflação nos últimos meses e o aumento da tensão política entre o Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Judiciário, a Bolsa de Valores sofre com sucessivas quedas e atinge recuo de 5% no ano. Na tarde desta quinta-feira, a B3 opera em alta de 1,56% com 114.031 pontos.

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Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel

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Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel
Reprodução/CNN

Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel

Alguns  grupos de caminhoneiros prometeram, após reunião no Rio de Janeiro, uma nova paralisação a partir de 1º de novembro caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo federal, entre umas das principais está a queda do preço do diesel. No encontro, associações de motoristas decidiram declarar “estado de greve” de 15 dias caso as reinvidicações não sejam ouvidas. As informações foram publicadas pelo ‘portal uol’.

Além da reivindicação para diminuir o preço do diesel, os caminhoneiros reivindicam também a “defesa da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete” e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS.

“Ficou decidido que vamos dar 15 dias para o governo responder”, declarou Luciano Santos Carvalho, do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira.

“Se não houver resposta de forma concreta em cima dos direitos do caminhoneiro autônomo, dia 1º de novembro, Brasil todo parado aí”, completou, em um vídeo feito após a reunião no Rio e que já circula pelas redes sociais.

A greve não é apoiada pela Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros). Os grupos de caminhoneiros autônomos têm ensaiado novas paralisações desde o primeiro semestre, em meio a reivindicações de direitos para os motoristas independentes e diminuição do preço do diesel.

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