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Ministro nega que haja necessidade de recriar horário de verão em 2021

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Ministro Bento Albuquerque, de Minas e Energia
Agência Brasil

Ministro Bento Albuquerque, de Minas e Energia

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque disse nesta sexta-feira (17), antes de embarcar para a 65ª Conferência-Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), em Viena, que o “não há necessidade do retorno do horário de verão em 2021”. 

A fala vem após o ministério pedir novos estudos a respeito dos impactos do adiantamento dos relógios na crise hídrica. Bento não vê benefício prático para retomar com o regime de horários extinto pelo presidente Jair Bolsonaro em 2019.

“É uma questão de economia energética mesmo”, continuou o ministro, alegando que cabe ao presidente editar o decreto ou não.

“A contribuição do horário de verão é limitada, tendo em vista que, nos últimos anos, houve mudanças no hábito de consumo de energia da população, deslocando o maior consumo diário de energia para o período diurno”, diz o ministério, em nota.

“Assim, no momento, o MME não identificou que a aplicação do horário de verão traga benefícios para redução da demanda”, continua, frisando que pediu que o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) “reexaminasse a questão”. Segundo a Folha de São Paulo, o ONS disse que não comentaria o tema.


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Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel

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Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel
Reprodução/CNN

Caminhoneiros prometem greve em novembro se governo não baixar preço do diesel

Alguns  grupos de caminhoneiros prometeram, após reunião no Rio de Janeiro, uma nova paralisação a partir de 1º de novembro caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo federal, entre umas das principais está a queda do preço do diesel. No encontro, associações de motoristas decidiram declarar “estado de greve” de 15 dias caso as reinvidicações não sejam ouvidas. As informações foram publicadas pelo ‘portal uol’.

Além da reivindicação para diminuir o preço do diesel, os caminhoneiros reivindicam também a “defesa da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete” e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS.

“Ficou decidido que vamos dar 15 dias para o governo responder”, declarou Luciano Santos Carvalho, do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira.

“Se não houver resposta de forma concreta em cima dos direitos do caminhoneiro autônomo, dia 1º de novembro, Brasil todo parado aí”, completou, em um vídeo feito após a reunião no Rio e que já circula pelas redes sociais.

A greve não é apoiada pela Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros). Os grupos de caminhoneiros autônomos têm ensaiado novas paralisações desde o primeiro semestre, em meio a reivindicações de direitos para os motoristas independentes e diminuição do preço do diesel.

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