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Gasolina e diesel atingem, nesta semana, o maior preço médio da história

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Petrobras aprova aumento de 4% na gasolina e de 5% no diesel
Agência Brasil

Petrobras aprova aumento de 4% na gasolina e de 5% no diesel

A média nacional do preço da gasolina chegou, na semana passada, a R$ 4,92 por litro, de acordo com dado mais recente da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Isso representa 8% a mais que em fevereiro do ano passado.

A recuperação rápida dos preços globais dos combustíveis  e a disparada do dólar fizeram a gasolina brasileira saltar para os valores recordes de agora.

Em valores nominais (que não consideram a inflação da época), a maior média registrada até então foi de R$ 4,72 por litro, em outubro de 2018. A alta aconteceu poucos meses depois da greve dos caminhoneiros que paralisou o país por duas semanas em maio daquele ano.

Os preços dos combustíveis são acompanhados semanalmente pela ANP em mais de 2.000 postos em todos os estados, desde 2004. No mais caro deles atualmente, no Acre, já tem gasolina sendo vendida a R$ 6 por litro.

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Em seguida, Tocantins, com R$ 5,33, e Rio de Janeiro, cujo preço médio da gasolina esta a R$ 5,27.

Amapá e São Paulo têm as menores médias, R$ 4,24 e R$ 4,63, respectivamente.

Diesel

O combustível que abastece os caminhões está 2% mais caro que há um ano, antes da crise do coronavírus, e 0,8% acima do pior momento de maio de 2018. As variações também não consideram a inflação do período.

Ainda que os aumentos do diesel não sejam tão bruscos, ele também bate os recordes históricos. Na última semana, o preço médio do litro do diesel no país estava em R$ 3,88. O valor mais caro encontrado na semana, também no Acre, chegou a R$ 5,25.

O segundo lugar é do Pará, a R$ 4,31, e o terceiro é do Amapá, com média de R$ 4,27. O diesel mais barato do Brasil é o de Pernambuco, que está custa R$ 3,61, seguido pelo Paraná, a R$ 3,65.

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ECONOMIA

Bolsonaro é aconselhado a sair do país para que Lira sancione Orçamento

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O Antagonista

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O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e seu vice, Hamilton Mourão (PRTB – RS), estão sendo aconselhados a deixar o Brasil para que o presidente da Câmara dos deputados, Arthur Lira (PP – AL), assine  o Orçamento de 2021.

A manobra é uma tentativa de escapar da assinatura que pode render um processo de impeachment a Bolsonaro, já que as despesas obrigatórias foram subestimadas para acomodar o aumento de emendas parlamentares.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, alertou ao presidente que ele pode cometer crime de responsabilidade fiscal se sancionar o Orçamento na sua redação atua caso as contas deste ano sejam reprovadas.

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A Câmara dos Deputados e o Senado Federal, entretanto, defendem que o presidente sancione o Orçamento 2021 sem vetos. 

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Além de fugir do impeachment, Bolsonaro deveria levar Mourão consigo, já que ele é o segundo na linha de sucessão da presidência. Na ausência do presidente da República e de seu vice, quem assume é o presidente da Câmara dos Deputados. 

Arthur Lira é réu por corrupção passiva e responde a outras oito investigações. O Supremo Tribunal Federal determinou em 2016 que réus em ações penais podem liderar uma das casas do Congresso, mas não substituir o presidente e seu vice, caso os dois estejam fora do país. 

Aliados de Lira afirmam que ele está apto a assumir a Presidência no caso de ausência de Bolsonaro e Mourão. Caso Lira não possa assumir, quem ocupará o Planalto será o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Depois dele, o próximo na linha sucessória presidencial é o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux.

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