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Em reunião, Bolsonaro se irritou com Castello Branco “vestido de astronauta”

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Roberto Castello Branco
Marcelo Camargo / Agência Brasil

Roberto Castello Branco

O jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, revelou neste domingo (28) detalhes da reunião anterior à demissão de Roberto Castello Branco da presidência da Petrobras . Além dele e de Jair Bolsonaro , estavam presentes também os ministros da Economia, Paulo Guedes , de Minas e Energia,  Bento Albuquerque , da Infraestrutura,  Tarcísio de Freitas , e da Casa Civil, Walter Braga Netto .

No encontro, Castello Branco deveria explicar os reajustes do preço do diesel . Mas o que irritou Bolsonaro foi o fato de que o então presidente da Petrobras estava utilizando equipamentos de proteção para conter a disseminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Aos 76 anos, Castello Branco se protegia – e protegia aos demais – com uma máscara N95 e óculos de proteção. Cumprimentou a todos, mas sem apertos de mãos ou abraços, como o restante estava fazendo. De acordo com a apuração de Lauro Jardim, isso foi o suficiente para Bolsonaro praticamente perder a paciência.

No gabinete presidencial, apenas Guedes usava máscara , mas a retirava ao falar. Já Castello Branco manteve o equipamento de proteção no rosto durante toda a reunião.

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Bolsonaro, que costuma criticar as medidas de segurança contra a Covid-19 , e os ministros chegaram a perguntar porque Castello Branco estava “vestido de astronauta”.

Depois da reunião, o então presidente da Petrobras foi demitido do cargo, e Bolsonaro nomeou o general Joaquim Silva e Luna para o cargo . A intervenção na estatal assustou o mercado e fez as ações da empresa despecarem na Bolsa .

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Bolsonaro é aconselhado a sair do país para que Lira sancione Orçamento

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O Antagonista

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O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e seu vice, Hamilton Mourão (PRTB – RS), estão sendo aconselhados a deixar o Brasil para que o presidente da Câmara dos deputados, Arthur Lira (PP – AL), assine  o Orçamento de 2021.

A manobra é uma tentativa de escapar da assinatura que pode render um processo de impeachment a Bolsonaro, já que as despesas obrigatórias foram subestimadas para acomodar o aumento de emendas parlamentares.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, alertou ao presidente que ele pode cometer crime de responsabilidade fiscal se sancionar o Orçamento na sua redação atua caso as contas deste ano sejam reprovadas.

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A Câmara dos Deputados e o Senado Federal, entretanto, defendem que o presidente sancione o Orçamento 2021 sem vetos. 

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Além de fugir do impeachment, Bolsonaro deveria levar Mourão consigo, já que ele é o segundo na linha de sucessão da presidência. Na ausência do presidente da República e de seu vice, quem assume é o presidente da Câmara dos Deputados. 

Arthur Lira é réu por corrupção passiva e responde a outras oito investigações. O Supremo Tribunal Federal determinou em 2016 que réus em ações penais podem liderar uma das casas do Congresso, mas não substituir o presidente e seu vice, caso os dois estejam fora do país. 

Aliados de Lira afirmam que ele está apto a assumir a Presidência no caso de ausência de Bolsonaro e Mourão. Caso Lira não possa assumir, quem ocupará o Planalto será o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Depois dele, o próximo na linha sucessória presidencial é o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux.

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