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Auxílio emergencial: última parcela começa a ser paga amanhã; veja quem recebe

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Redação 1Bilhão Educação Financeira

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A sétima e última parcela prevista do auxílio emergencial 2021 começará a ser paga na próxima segunda-feira (dia 18), para os beneficiários do Bolsa Família. No primeiro dia, serão contemplados aqueles com Número de Identificação Social (NIS) de final 1. O calendário de pagamentos vai se estender até o dia 29 deste mês. Confira as datas abaixo.

No caso dos titulares do programa de distribuição de renda, o dinheiro — depositado em contas poupança sociais digitais da Caixa Econômica Federal — já pode ser imediatamente sacado. A retirada deve ser feita em agências do banco, casas lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui.

Os valores do auxílio emergencial 2021 correspondem a R$ 150 (para quem mora sozinho), R$ 250 (para famílias com dois ou mais integrantes) e R$ 375 (para mães chefes de família).

Vale destacar que os beneficiários do Bolsa Família têm direito ao pagamento de maior valor: o auxílio emergencial ou o benefício social anterior, o que for mais vantajoso.

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A ideia do governo é que, com o fim dos pagamentos do auxílio emergencial, as famílias passem a receber o novo Bolsa Família, batizado de Auxílio Brasil. Mas os valores ainda não foram confirmados pelo governo federal.

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Calendário da sétima parcela – Somente para o Bolsa Família

  • NIS de final 1 – 18 de outubro
  • NIS de final 2 – 19 de outubro
  • NIS de final 3 – 20 de outubro
  • NIS de final 4 – 21 de outubro
  • NIS de final 5 – 22 de outubro
  • NIS de final 6 – 25 de outubro
  • NIS de final 7 – 26 de outubro
  • NIS de final 8 – 27 de outubro
  • NIS de final 9 – 28 de outubro
  • NIS de final 0 – 29 de outubro.

Passo a passo para retirada

1) Para sacar o dinheiro pelo app Caixa Tem, é preciso fazer o login no aplicativo, selecionar a opção “Saque sem cartão” e “Gerar código de saque”.

2) Depois, basta inserir a senha para ter acesso ao código de saque na tela do celular, o qual tem validade de uma hora e deve ser informado nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Os recursos também podem ser sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou do Cartão Cidadão.

Para quem não faz parte do Bolsa Família, há outros calendários, divididos em depósitos e liberações de saques. Confira:

Ciclo 6: saque por mês de nascimento

  • 04/10 – Janeiro;
  • 05/10 – Fevereiro e março;
  • 06/10 – Abril;
  • 08/10 – Maio;
  • 11/10 – Junho;
  • 13/10 – Julho;
  • 14/10 – Agosto;
  • 15/10 – Setembro;
  • 18/10 – Outubro; e
  • 19/10 – Novembro e dezembro.

Ciclo 7: crédito por mês de nascimento

  • 20/10 – Janeiro;
  • 21/10 – Fevereiro;
  • 22/10 – Março;
  • 23/10 – Abril e maio;
  • 26/10 – Junho;
  • 27/10 – Julho;
  • 28/10 – Agosto;
  • 29/10 – Setembro;
  • 30/10 – Outubro e novembro; e
  • 01/11 – Dezembro.

Ciclo 7: saque por mês de nascimento

  • 01/11 – Janeiro;
  • 03/11 – Fevereiro;
  • 04/11 – Março;
  • 05/11 – Abril;
  • 09/11 – Maio;
  • 10/11 – Junho;
  • 11/11 – Julho;
  • 12/11 – Agosto;
  • 16/11 – Setembro;
  • 17/11 – Outubro;
  • 18/11 – Novembro; e
  • 19/11 – Dezembro.

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União Europeia vai investir em países em desenvolvimento para conter a China

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União Europeia vai investir em países em desenvolvimento para conter avanço da China
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União Europeia vai investir em países em desenvolvimento para conter avanço da China

A União Europeia anunciou nesta quarta-feira (1º) um ambicioso plano para mobilizar investimentos de até 300 bilhões de euros (R$ 1,9 trilhão) em fundos públicos e privados até 2027 em projetos de infraestrutura para conter a influência global da China em países em desenvolvimento. O projeto é considerado uma resposta europeia ao enorme programa de investimento chinês Iniciativa Cinturão e Rota, conhecida como a Nova Rota da Seda.

O projeto europeu, intitulado Global Gateway (“Porta de Entrada Global”, na tradução livre), inclui investimentos em infraestrutura digital, de transportes, energia e saúde. Embora a proposta não mencione diretamente a China, o país asiático paira como uma sombra ao longo do documento da UE, que oferece contrapontos ao plano de desenvolvimento de Pequim. Segundo seus críticos, a Iniciativa Cinturão e Rota levou países a níveis insustentáveis de endividamento.

“A UE oferecerá seu financiamento em termos justos e favoráveis, a fim de limitar o risco de sobreendividamento”, diz o comunicado da Comissão Europeia. Para ter acesso aos fundos, os parceiros terão que aderir “ao Estado de direito, defendendo altos padrões de direitos humanos, sociais e trabalhistas e respeitando as normas de regras e padrões internacionais de propriedade intelectual”, disse o comunicado. O texto diz também que o projeto terá como objetivo “forjar vínculos, e não criar dependências”.

A principal dúvida é se as ambições do projeto são de fato realizáveis. Os planos da Comissão dependem fortemente de sua capacidade de “atrair” fundos privados usando quantias muito modestas de financiamento público. O bloco europeu já usou este modelo em outras iniciativas, como o Plano Juncker para a infraestrutura da UE.

Cerca de € 135 bilhões de investimentos serão viabilizados por garantias do novo programa do Fundo Europeu para o Desenvolvimento Sustentável Plus, diz o esboço. Isso implicará que o Banco Europeu de Investimento, com sede em Luxemburgo, mobilize € 25 bilhões de investimentos. Até  € 18 bilhões em subvenções virão de outros programas da UE, e metade dos gastos virá de instituições financeiras europeias.

A UE chega tarde à competição: a China lançou sua estratégia de investimento global para as “Novas Rota da Seda” em 2013, em uma iniciativa que, em seu projeto, supera US$ 1 trilhão (R$ 5,56 tri). Além da UE, o governo americano pretende lançar até janeiro um programa global de financiamento de infraestrutura que funcionará como contraponto à iniciativa da China. Segundo um alto funcionário dos EUA, serão apresentados entre cinco e dez projetos.

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Os países ocidentais consideram o plano da China uma ferramenta para expandir sua influência sobre os países em desenvolvimento e acusam Pequim de incitar essas nações a realizarem licitações não transparentes e a se endividarem.

Jutta Urpilainen, a comissária da UE encarregada da política de desenvolvimento, disse a repórteres na quarta-feira que a ajuda do bloco rivaliza com a de Pequim, acrescentando que “temos fornecido subsídios, a China forneceu empréstimos”.

O plano reúne principalmente iniciativas e programas de financiamento existentes com o objetivo de apoiar os interesses e a competitividade da Europa em todo o mundo. Também busca apoiar padrões e valores ambientais sustentáveis, como democracia e direitos humanos.

“O Global Gateway tem o potencial de transformar a UE em um ator geopolítico mais eficaz”, disse Michael Clauss, embaixador da Alemanha na UE. “Para muitos países parceiros, a oferta de uma cooperação baseada em regras e valores ao nível dos olhos será uma alternativa atraente para a iniciativa chinesa do Cinturão e da Rota”.

A estratégia segue um acordo liderado pelos EUA alcançado durante a cúpula do G7 de julho, na Inglaterra, onde os líderes de sete das maiores economias do planeta concordaram em lançar uma iniciativa de infraestrutura global. O impulso teve como objetivo ajudar a reduzir o déficit de infraestrutura no mundo em desenvolvimento e fornecer uma alternativa geopolítica verde para as iniciativas ambiciosas da China.

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