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Chamada pública selecionará projetos de pesquisa na área de saúde

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Para estimular o desenvolvimento de produtos tecnológicos voltados para a saúde, foi lançada, nesta quinta-feira (21), uma chamada pública para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação com empresas industriais na área de fármacos e biofármacos. A chamada é uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

Serão credenciados como unidades da Embrapii quatro grupos de pesquisa, que vão se dedicar ao desenvolvimento de fármacos nacionais e que poderão inovar com as empresas dos setores. O recurso disponível será de R$ 20 milhões, assim cada unidade poderá pleitear R$ 5 milhões.

Poderão participar da seleção instituições científicas, tecnológicas e de inovação públicas ou privadas sem fins lucrativos. Para se inscrever, os interessados devem atuar em pelo menos três dos seguintes temas: descoberta de novas moléculas e princípios ativos, desenvolvimento de IFAs, biologia molecular aplicada a produtos terapêuticos; anticorpos monoclonais, proteínas terapêuticas; kits diagnósticos; sistemas de liberação controlada de fármacos; implantes incorporados com fármacos; manufatura aditiva de produtos para saúde incorporados com fármacos; ensaios pré-clínicos; ensaios clínicos fase I; e produção de hemoderivados.

No próximo dia 27, às 15h, ocorrerá uma palestra para esclarecer dúvidas para os grupos candidatos.

As inscrições devem ser feitas aqui.

Um dos objetivos da Embrapii é fazer a interação entre governo, universidades e empresas em processos e desenvolvimento de tecnologias demandadas por empresas para o mercado.

Desenvolvimento

Na cerimônia, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que é preciso desenvolver no Brasil um forte complexo industrial da saúde. “Num país que gasta 10% de seu PIB [Produto Interno Bruto] com saúde e com a perspectiva de ter gastos superiores, já que o ambiente pandêmico mostrou que saúde é muito mais estratégico que pensávamos, por isso é fundamental que tenhamos essa convicção do fortalecimento do complexo industrial e não pode existir esse fortalecimento sem que a pesquisa seja fomentada fortemente”, disse.

“Temos uma ambiência muito promissora para que nosso país se consolide como um grande líder nas Américas e no mundo”, afirmou Queiroga.

O diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães, destacou a importância da chamada com foco em saúde. “Essa inciativa vem trazer mais força e atração tanto das empresas quanto de grupos de pesquisa. Estaremos, seguramente, ampliando mais para frente o número desses grupos de pesquisa aplicada capazes de atuar no setor farmacêutico de modo geral, no setor de saúde. Temos a convicção de que estamos dando um passo importante”, disse Guimarães.

Embrapii – Projetos saúde

A Embrapii é uma organização social com contrato de Gestão com os ministérios da Ciência, Tecnologias e Inovações (MCTI); da Saúde e da Educação. A empresa foi criada em 2013 com o objetivo de incentivar a inovação da indústria.
O modelo garante recursos não reembolsáveis para incentivar a inovação na indústria a partir do desenvolvimento de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. Além disso, a Embrapii oferece conhecimento para que as empresas superem os desafios tecnológicos.

Em seis anos de atuação, a Embrapii apoiou na área da saúde o desenvolvimento de 185 projetos com 157 empresas do setor, que somam R$ 161 milhões e 52 pedidos de propriedade intelectual nos projetos concluídos. Desses projetos 64 foram para combate ao novo coronavírus, como por exemplo, desenvolvimento de equipamento para oxigenação extracorpórea de paciente (ECMO), de ventiladores pulmonares, de componentes para os ventiladores e de testes rápidos.

Fonte: Brasil.gov

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Jogos de Tóquio contam com mais de 30% de atletas militares

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A pira olímpica foi acesa e os Jogos Olímpicos Tóquio 2021 abertos nesta sexta-feira (23). A equipe brasileira que vai disputar medalhas tem mais de 30% de atletas militares. Das 35 modalidades que serão disputadas pelos brasileiros, sete são 100% compostas por militares atletas. Eles integram o Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) do Ministério da Defesa.

Os atletas militares somam 92 do total de 302 classificados para Tóquio. São 44 da Marinha, 26 do Exército e 22 da Aeronáutica.

As sete modalidades que têm a totalidade dos atletas militares são o boxe, canoagem slalom, hipismo adestramento, maratonas aquáticas, pentatlo moderno, remo e triatlo. Nos saltos ornamentais e vôlei de praia, são 75% de cada uma das duas equipes; no taekwondo, representam 66,6%; na ginástica artística, 57,1%; e no atletismo, 55,7%.

A terceiro-sargento da Marinha, Beatriz Ferreira, é boxeadora, integra o Programa Atletas de Alto Rendimento e vai competir na categoria até 60 quilos. Ela conta que está concentrada e confiante para as disputas. “A importância da Marinha nesse programa é essencial, é excelente para um atleta de alto rendimento ter esse suporte e poder ter essa ajuda para realizar e ter bons resultados com seu esporte. Espero que só tenha a crescer”, disse Beatriz.

Programa de Alto Rendimento

O PAAR do Ministério da Defesa foi criado em 2008 com o objetivo de fortalecer a equipe militar brasileira em eventos esportivos de alto nível. Atualmente, é integrado por 551 militares atletas em 30 modalidades. Desse total, 92 embarcaram para Tóquio. O programa surgiu em parceria com o então Ministério do Esporte, hoje, Ministério da Cidadania.

Para participar, é necessário alistamento por meio de edital público. O processo seletivo tem etapas com avaliação curricular, entrevista, inspeção de saúde e exame físico. São levados em conta os resultados dos atletas em competições nacionais e internacionais. Os aprovados ingressam em uma das Forças Armadas.

Os atletas militares contam com os benefícios da carreira militar como soldo, assistência médica, acompanhamento nutricional e de fisioterapeuta. Além de estruturas esportivas adequadas para treinamento em organizações militares. Os atletas do PAAR são elegíveis ao Bolsa Atleta.

A atleta da Marinha, terceiro-sargento Laís Nunes, está no Japão em busca de uma medalha na modalidade wrestling, luta em que o adversário tem o objetivo de controlar os movimentos do rival, forçando-o a encostar suas costas no chão. Em sua segunda olimpíada, a atleta militar diz que foram cinco anos de trabalho árduo para chegar a esses Jogos Olímpicos. “Minha expectativa é entrar lá e fazer o meu melhor e sei que o meu melhor é um bom resultado”, disse.

Tóquio 2021

O Brasil tem o 12ª maior time entre os 206 países participantes dos jogos Olímpicos. São 162 homens e 140 mulheres que competirão em 35 das 50 modalidades olímpicas.

Os atletas brasileiros contam com nove bases exclusivas equipadas com materiais esportivos, de proteção individual e aparelhos de força. Foram mais de 2000 itens enviados ao Japão, que, somados, ultrapassam 20 mil toneladas.

Essa edição dos jogos olímpicos tem cinco novas modalidades: beisebol-softbol, karatê, escalada, surfe e skate.

Fonte: Brasil.gov

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