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Alunos da Aprendizagem Rural participam de aula prática sobre a cana-de-açúcar

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Identificar as estruturas morfológicas da cana de açúcar foi o objetivo da aula prática na sexta-feira, 19, no município de Laranjeiras. Os alunos da Aprendizagem Rural acompanharam na prática o conteúdo visto em sala de aula sobre a cana-de-açúcar, principal atividade econômica da região.

A instrutora do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Sergipe – Senar/SE, Nair Regina, explica que os principais assuntos discutidos durante a aula foram: estruturas morfológicas e partes da cana de açúcar, fases de desenvolvimento, identificação do tipo de solo e os principais fatores que interferem no desenvolvimento da cana-de-açúcar da brotação à colheita.

“Os assuntos discutidos durante a aula são importantes para os alunos compreenderem como intervir em práticas necessárias para o desenvolvimento esperado da cultura. Por exemplo, um aluno que irá adubar a cana precisa compreender o tipo de raiz que a planta possui, sua profundidade esperada e o manejo adequado para irrigação”, explica Nair.

O aluno Inácio Domingos Nascimento conta que a aula foi muito produtiva e ele conseguiu acompanhar na prática o conteúdo visto em sala de aula. “Colocamos em prática todo o conhecimento passado pela professora na sala de aula. A fisiologia e morfologia da cana-de-açúcar e outros temas. Uma coisa é ficar na sala de aula e ouvir a professora falar e outra coisa é entrar em contato e poder ouvir e ver com os próprios olhos. Também vimos a importância da análise do solo antes de iniciar a plantação”, afirma.

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Fonte: CNA Brasil

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CNA debate crise do setor lácteo

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Brasília (24/02/2021) – A Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na quarta (24), para discutir ações e medidas com o objetivo de controlar a crise do setor de lácteos no País.

O presidente da Comissão, Ronei Volpi, e o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, apresentaram as propostas que a CNA levou, no início do mês, à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em reunião com a Câmara Setorial de Leite e Derivados do Ministério.

“Levamos sete propostas para ministra com o intuito de amenizar os impactos na redução dos preços aos produtores ocasionada pela queda no consumo de lácteos e aumento da oferta de leite, bem como a alta nos custos de produção puxados principalmente pelo preço dos grãos”, afirmou Volpi.

Entre as propostas, apresentadas pelo superintendente técnico, estão ações relacionadas à redução dos custos de produção, crédito e prorrogações de financiamentos, combate a práticas desleais de comércio e ampliação de compras governamentais.

Eles também relataram os pontos discutidos em reunião com as Superintendências de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), Nordeste (Sudene) e Centro-Oeste (Sudeco), em reunião na terça (23), como a prorrogação do pagamento dos financiamentos destinados à produção de leite e a redução da burocracia na contratação de novos créditos.

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Segundo Ronei Volpi, dentro das ações em andamento, foi criado um grupo técnico para analisar as importações de lácteos. Cinco entidades do setor privado participam do grupo: CNA, Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Associação dos Produtores de Leite (Abraleite), Viva Lácteos e Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq). “O intuito é trazer diretrizes para o Brasil lidar melhor com essa questão que está inviabilizando o mercado brasileiro”, disse.

Durante a reunião, representantes das entidades falaram sobre a situação do setor nos estados e fizeram sugestões para a comissão.

“Ouvimos os estados e colhemos sugestões de ações para mitigar as dificuldades dos produtores. Temos toda uma pauta a ser trabalhada e um grande desafio para os próximos meses”, completou Volpi.

Propostas apresentadas ao Ministério da Agricultura pela CNA:

1. Reduzir a zero as alíquotas do PIS/PASEP e da COFINS dos insumos utilizados na ração e suplementos minerais de bovinos;

2. Solicitar a CTNBio, em caráter de urgência, avaliação da biossegurança de milhos OGM exportados pelos EUA para alimentação animal;

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3. Suspender a cobrança do Adicional de Frente para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) de insumos utilizados na ração animal, bem como de fertilizantes;

4. Zerar a TEC de máquinas e equipamentos utilizados na atividade leiteira;

5. Reduzir burocracias na tomada do crédito e prorrogar pagamento dos financiamentos destinados à produção de leite;

6. Apoiar a aprovação do Projeto de Lei nº 952/2019 que combate práticas desleais de comércio na importação de leite em pó;

7. Ampliar compras governamentais de produtos lácteos.

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Fonte: CNA Brasil

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